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wondelai/skills

Inicie e escale produtos de rede usando o framework "The Cold Start Problem" de Andrew Chen para efeitos de rede. Use quando o usuário mencionar "efeitos de rede", "problema do ovo e da galinha", "cold start", "marketplace bilateral", "rede atômica", "lado difícil", "liquidez", "massa crítica", "lançamento exclusivo por convite", "como consigo meus primeiros usuários" ou "o marketplace não tem compradores nem vendedores". Também acione ao lançar um produto de marketplace, social ou colaboração que é inútil sem outros usuários, ao decidir sequenciamento de lançamento e táticas de semeadura, ou ao diagnosticar crescimento de rede estagnado em escala. Abrange os cinco estágios: cold start, ponto de inflexão, velocidade de escape, batendo no teto e o fosso. Para viralidade boca a boca, veja contagioso. Para retenção baseada em hábito, veja hooked-ux.

O que é skills?

Esta skill fornece um framework completo para iniciar e escalar produtos digitais que dependem de efeitos de rede, como marketplaces, aplicativos sociais, ferramentas de mensagens e colaboração, baseado no livro "The Cold Start Problem" de Andrew Chen. Ela é acionada quando o usuário menciona problemas relacionados a efeitos de rede, como "cold start", "marketplace bilateral", "massa crítica" ou "liquidez", ou ao diagnosticar crescimento estagnado. A skill orienta o usuário através de cinco estágios principais: cold start (começo frio), ponto de inflexão, velocidade de escape, batendo no teto e o fosso, fornecendo análises e estratégias práticas. Ela inclui um sistema de pontuação de 0 a 10 para avaliar planos de lançamento, princípios fundamentais como a importância das redes atômicas e a resolução do lado difícil primeiro, além de referências a guias detalhados para implementação. É suportada por uma série de documentos de referência que aprofundam tópicos como redes atômicas, lado difícil e playbooks de ponto de inflexão.

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/wondelai/skills/tree/HEAD/cold-start-problem

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Documentação

O Problema do Cold Start

Um framework para iniciar e escalar produtos que vivem ou morrem pelos efeitos de rede — marketplaces, aplicativos sociais, mensagens e ferramentas de colaboração — destilado do livro The Cold Start Problem de Andrew Chen. Use-o para lançar produtos que são inúteis até que outros usuários apareçam, para sequenciar o crescimento rede por rede e para navegar pelos cinco estágios: o cold start, o ponto de inflexão, a velocidade de escape, batendo no teto e o fosso.

Princípio Central

Os efeitos de rede começam como um passivo, não um ativo. O valor reside nas conexões entre os usuários e, no primeiro dia, não há nenhuma — a mesma força que torna uma rede densa imparável torna uma rede vazia inútil. Você não escapa lançando para um mercado; você escapa construindo uma rede pequena, completa e autossustentável de cada vez, resolvendo primeiro seu lado difícil, e então inclinando redes adjacentes com um manual repetível até que o mercado siga.

Pontuação

Objetivo: 10/10. Avalie planos de lançamento e estratégias de crescimento para produtos em rede de 0 a 10 contra os princípios abaixo. Informe a pontuação atual e as mudanças específicas necessárias para atingir 10/10.

  • 9-10: Rede atômica nomeada com um momento mágico instrumentado, lado difícil resolvido primeiro, manual de inflexão repetível, métricas de densidade/liquidez, plano explícito de teto e fosso
  • 7-8: Rede atômica e foco no lado difícil claros, mas táticas de inflexão são ad hoc ou métricas ainda rastreiam totais em vez de densidade
  • 5-6: Efeitos de rede reconhecidos, mas o lançamento visa um mercado amplo e ambos os lados são tratados igualmente
  • 3-4: Plano genérico de aquisição de usuários; pensamento em rede limitado a "adicionar convites e esperar que se espalhe"
  • 0-2: Lançamento big-bang para todos de uma vez, inscrições de vaidade, nenhuma estratégia de lado difícil, nenhuma medida de liquidez

Framework

1. Fundamentos dos Efeitos de Rede

Conceito central: Um produto em rede conecta pessoas entre si — compradores com vendedores, criadores com audiências, colegas de trabalho com colegas de trabalho — e se torna mais valioso à medida que as pessoas certas entram. Os efeitos de rede vêm em três formas distintas: o efeito de aquisição (a rede atrai seus próprios novos usuários), o efeito de engajamento (mais usuários tornam cada sessão mais valiosa) e o efeito econômico (a densidade melhora a monetização e a economia unitária). Um produto pode ser forte em um e fraco nos outros.

Por que funciona: Tratar "efeitos de rede" como uma única propriedade mágica esconde de onde o crescimento realmente vem e onde ele quebra. A lei de Metcalfe (o valor cresce com n²) é uma simplificação excessiva — ela conta nós, não conexões ativas e relevantes, e um milhão de usuários espalhados pode valer menos do que cinco mil em uma comunidade densa. Toda grande rede é na verdade uma rede de redes: a Uber é centenas de mercados no nível de cidade, o Slack é milhões de redes do tamanho de equipes. Densidade e qualidade de cada sub-rede superam contagens brutas de usuários.

Insights principais:

  • Os três efeitos se desacoplam: a aquisição viral pode mascarar um engajamento morto — downloads sobem, salas vazias
  • Metcalfe conta nós; o valor reside em conexões ativas — meça densidade, não totais
  • Os efeitos anti-rede são reais: as dinâmicas que compõem o crescimento em uma rede densa compõem o vazio em uma esparsa
  • A rede, não o conjunto de recursos, é o fosso — os concorrentes podem copiar o produto, mas não as pessoas nele
  • Métricas agregadas mentem; corte toda métrica por sub-rede (cidade, equipe, categoria) para ver a verdadeira saúde

Aplicações:

ContextoAplicaçãoExemplo
Design de métricasSubstitua totais por medidas de densidadeRastreie redes ativas semanais, não usuários registrados
Diagnóstico de crescimentoAtribua o crescimento aos três efeitos separadamenteFator viral vs. frequência de sessão vs. conversão, cada um por rede
Revisão de estratégiaMapeie o produto como uma rede de redesUm marketplace é uma rede por par cidade-categoria

Consulte references/case-studies.md para três cenários completos de ponta a ponta — uma ferramenta B2B encontrando sua rede atômica, um marketplace de serviços semeando uma cidade, um aplicativo social se recuperando de um lançamento big-bang — quando você quiser um exemplo completo para modelar um plano.

2. O Cold Start: Redes Atômicas

Conceito central: Uma rede atômica é a menor rede que é estável e autossustentável — apenas pessoas certas suficientes para que o produto entregue seu valor central e o grupo continue voltando por conta própria. O Slack precisa de cerca de três usuários dentro de uma equipe, o Zoom precisa de dois, um marketplace pode precisar de um único CEP ou categoria. Escolha uma rede, não um mercado, e construa o produto matador para aquele pequeno grupo — mesmo quando parecer insustentavelmente nichado.

Por que funciona: As redes são bem-sucedidas ou falham uma rede de cada vez. Um produto que funciona completamente para cinquenta pessoas em uma comunidade prova o ciclo e pode ser replicado; um que funciona pela metade para cinquenta mil usuários espalhados não prova nada e morre de vazio. Redes pequenas e completas também expõem o momento mágico — a experiência que mostra a rede funcionando (o carro chega, o colega de equipe responde) — que se torna a barra de ativação para cada rede que se segue.

Insights principais:

  • Menor é melhor: encontre o tamanho mínimo no qual o produto funciona, depois entregue além do esperado exatamente para aquele grupo
  • Restrinja a primeira rede com força — uma empresa, um campus, um bairro, um nicho de colecionador — para que a densidade seja alcançável com esforço de fundador
  • Defina o momento mágico com precisão e o instrumente; condicione toda expansão às redes que o alcançam
  • Produtos matadores para redes minúsculas parecem brinquedos (Facebook em Harvard, itens colecionáveis do eBay) — a ótica de nicho é o custo da densidade
  • Flintstone o lado vazio: fundadores fornecem manualmente conteúdo, inventário ou correspondência até que a rede se sustente sozinha

Aplicações:

ContextoAplicaçãoExemplo
Escopo do lançamentoEscolha uma rede, não um mercado"Corretores em uma corretora de Austin", não "o mercado imobiliário dos EUA"
AtivaçãoDefina e instrumente o momento mágicoNovo membro posta e recebe uma resposta de colega de equipe em minutos
Lado vazioFlintstone a oferta ausente manualmenteFundadores atendem pessoalmente os primeiros 100 pedidos do marketplace

Limite ético: Flintstoning significa fazer trabalho real manualmente nos bastidores — nunca fabricar usuários falsos, avaliações ou atividades que enganem as pessoas na rede.

Consulte references/atomic-networks.md ao definir o escopo do primeiro lançamento — ele tem a derivação de tamanho mínimo em 5 etapas, o modelo de momento mágico ator/ação/resposta/tempo, etapas de instrumentação e taxa zero, regras de flintstoning honesto, fallbacks para um único jogador e uma lista de verificação de lançamento.

3. Resolva o Lado Difícil

Conceito central: Toda rede tem um lado difícil — uma minoria pequena que faz um trabalho desproporcional e é desproporcionalmente difícil de atrair e manter: vendedores, criadores, motoristas, anfitriões, organizadores. Eles têm alternativas melhores e expectativas mais altas, e sem eles o lado fácil encontra um produto vazio. Entenda suas motivações — dinheiro, status, utilidade — e construa o produto e a economia para eles primeiro.

Por que funciona: O lado fácil aparece quando o lado difícil entrega valor, não antes. Um aplicativo de conteúdo sem criadores, um marketplace sem oferta, uma ferramenta de colaboração sem o organizador que a configura — todos são salas vazias. "Venha pela ferramenta, fique pela rede" é a cunha clássica do lado difícil: uma ferramenta de um único jogador (filtros do Instagram, livro de reservas do OpenTable) recruta o lado difícil um por um antes que qualquer rede exista, e então a rede torna a saída impensável.

Insights principais:

  • Identifique o lado difícil pelo trabalho realizado, não pelo dinheiro pago: alguns por cento dos usuários criam a maior parte do valor na Wikipedia, YouTube e na maioria dos marketplaces
  • Mapeie as motivações explicitamente: dinheiro (motoristas, vendedores), status (criadores, melhores avaliadores), utilidade (organizadores que precisam da ferramenta de qualquer maneira) — cada uma exige diferentes investimentos no produto
  • Construa fluxos de trabalho profissionais e economia para o lado difícil primeiro; o lado fácil precisa principalmente de uma experiência de consumidor limpa
  • Subsidie o lado escasso no início — garantias, bônus, taxas zero — e publique a redução gradual para que a confiança sobreviva ao recuo
  • Os primeiros usuários do lado difícil se profissionalizam rápido: planeje ferramentas poderosas, análises e melhorias de pagamento para o terceiro mês, não para o terceiro ano

Aplicações:

ContextoAplicaçãoExemplo
Semeadura de marketplaceRecrute e subsidie a oferta antes da demandaGaranta ganhos mais altos para limpeza por oito semanas antes do lançamento
Aplicativo social ou de conteúdoCorteje criadores com status e alcanceVantagem de seguidor inicial, destaque, fundos para criadores
Colaboração B2BDê ao organizador valor de um único jogadorRastreador de projeto útil sozinho; convidar a equipe o torna melhor

Limite ético: A economia do lado difícil deve ser honesta — apresente subsídios de lançamento como incentivos temporários e nunca construa os meios de subsistência das pessoas com base em termos que você planeja degradar silenciosamente.

Consulte references/hard-side.md ao projetar aquisição e economia do lado da oferta — ele mapeia motivações de dinheiro/status/utilidade para investimentos no produto e detalha três playbooks nomeados (ferramentas primeiro, conteúdo primeiro, subsídios).

4. Ponto de Inflexão e Velocidade de Escape

Conceito central: Depois que a primeira rede atômica funciona, o crescimento se torna um manual repetível para inclinar a próxima rede, e a próxima — cada lançamento mais barato que o anterior. As ferramentas centrais de inflexão: mecânicas exclusivas por convite (curadoria + escassez + prova social), pagar mais pelo lançamento (subsídios, garantias, oferta pré-comprometida) e semeadura de influenciadores ou comunidades. Após a inflexão, a velocidade de escape não é um marco, mas um modelo operacional: amplificar continuamente os efeitos de aquisição, engajamento e econômicos.

Por que funciona: Lançamentos exclusivos por convite parecem excludentes, mas constroem densidade por design — cada convidado chega com pelo menos uma conexão já dentro, a rede se copia ao longo de gráficos sociais reais, e a escassez fabrica a prova social que atrai a próxima coorte. Pagar mais converte dinheiro em densidade, o único ativo que os rivais não podem copiar. Lançamentos big-bang fazem o oposto: o Google+ empurrou centenas de milhões de inscrições para salas vazias, e as redes fracas nunca retiveram.

Insights principais:

  • Exclusivo por convite faz três trabalhos de uma vez: seleciona a cultura inicial, cria buzz de escassez e importa o gráfico social de cada usuário
  • Subsídios são CAC de rede: gaste para fabricar liquidez, meça o custo por rede ativa, reduza gradualmente em um cronograma publicado
  • Lançamento big-bang é o anti-padrão canônico — preenchimento rápido, redes fracas; picos de imprensa caem no vazio e nunca retornam
  • Após a inflexão, execute as três forças como fluxos de trabalho nomeados: aquisição (loops virais, indicações), engajamento (loops de reforço, reengajamento), econômico (conversão, redução de subsídio, precificação)
  • Cada rede inclinada reduz o custo da próxima: conscientização de transbordamento, um manual portátil, relacionamentos de oferta reutilizáveis

Aplicações:

ContextoAplicaçãoExemplo
Lançamento de consumoExclusivo por convite com uma árvore de indicaçõesLista de espera mais cinco convites por usuário ativo; rastreie a densidade do gráfico de convites
Marketplace cidade #2Pague mais para fabricar liquidezGarantia de ganhos de motorista por noventa dias, reduzida gradualmente à medida que a taxa de ocupação aumenta
Crescimento pós-inflexãoEquipe as três forças como fluxos de trabalhoLoop de indicação, reengajamento de resumo, otimização da taxa de take

Limite ético: Escassez e exclusividade devem ser reais — listas de espera falsas e "vagas limitadas" fabricadas são engano, não estratégia.

Consulte references/tipping-playbooks.md ao planejar a rede #2 em diante — mecânicas exclusivas por convite e de árvore de indicações, táticas de lançamento pago e pré-compromisso de oferta, seleção de mercado, anti-padrões e as métricas de liquidez para condicionar.

5. O Teto e o Fosso

Conceito central: O crescimento sempre estagna. Curvas de foguete são uma sequência de curvas S, e cada uma se achata contra um teto: saturação de mercado, degradação de canal (aumento de CAC, cegueira de banner, fadiga viral), revoltas do lado difícil e colapso de qualidade em escala — spam, superlotação, colapso de contexto. O fosso é a própria rede: defenda o lado difícil, espere que rivais escolham a dedo seus segmentos mais densos e lembre-se de que o agrupamento preenche o lado fácil, mas raramente ganha o lado difícil.

Por que funciona: Todo canal de aquisição decai à medida que as audiências se habituam e os concorrentes se acumulam — os primeiros banners clicaram com taxas de dois dígitos; a média de hoje é uma fração de um por cento. As redes também se degradam internamente: a escala atrai spam e colapsa os contextos íntimos que tornaram as primeiras redes valiosas, então o trabalho de qualidade se torna trabalho de crescimento. E a competição entre redes é assimétrica: os desafiadores vencem aplicando a disciplina da rede atômica a um nicho mal atendido — que é exatamente como os incumbentes são desagregados.

Insights principais:

  • Plote o crescimento como curvas S empilhadas; comece a próxima curva (geografia, segmento, caso de uso, produto) antes que a atual se achate
  • Aumento de CAC e fadiga viral são leis, não falhas — planeje o próximo canal enquanto o atual ainda funciona
  • Fique atento a sinais de revolta do lado difícil: reclamações de taxa de take, multi-homing, protestos organizados — o lado difícil sai primeiro e leva a rede com ele
  • Intervenções de qualidade — curadoria, classificação, verificação, combate a spam, subgrupos — são investimentos de crescimento em escala, não centros de custo
  • Defenda-se contra a escolha a dedo servindo demais seus nichos mais densos; é precisamente onde um Davi atacará seu Golias
  • Agrupamento compra distribuição, não devoção — ele preenche assentos no lado fácil, enquanto a profundidade do engajamento fica com quem detém o lado difícil

Aplicações:

ContextoAplicaçãoExemplo
Crescimento estagnadoDiagnosticar qual teto foi atingido primeiroSepare saturação, aumento de CAC e churn por degradação de qualidade por rede
Qualidade em escalaFinancie loops de confiança e curadoriaClassificações, verificação, moderação de conteúdo, subcomunidades
Defesa competitivaSobressirva os 20% mais densos de redesBairros melhores e mais rápidos no Uber, integrações mais profundas para equipes principais do Slack

Limite ético: Intervenções de qualidade não são controle de acesso — curadoria para evitar spam e colapso de contexto, não para excluir vozes legítimas com base no gosto do operador.

Consulte references/ceilings-and-moats.md quando o crescimento desacelerar ou concorrentes aparecerem — ele tem a estrutura de diagnóstico de teto (saturação, canal, lado difícil, qualidade), o modelo de curva S empilhada para planejamento de sequenciamento e um modelo de matriz de fosso para mapear defesas contra ataques de nicho.

Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

wondelai/37signals-way

Build lean, opinionated products using the 37signals philosophy from Getting Real, Rework, and Shape Up. Use when the user mentions "Getting Real", "Rework", "Shape Up", "37signals", "Basecamp method", "six-week cycles", "fixed time variable scope", "appetite vs estimates", "betting table", "breadboarding", "fat marker sketch", "build less", "underdo the competition", or "opinionated software". Also trigger when cutting scope to ship faster, running small teams, avoiding long-term roadmaps, or eliminating meetings. Covers shaping, betting, building, and the art of saying no. For MVP validation, see lean-startup. For design sprints, see design-sprint.

wondelai/blue-ocean-strategy

Create uncontested market space using value innovation instead of competing head-to-head. Use when the user mentions "blue ocean", "red ocean", "strategy canvas", "ERRC framework", "value innovation", "non-customers", "buyer utility map", "eliminate-reduce-raise-create", or "uncontested market". Also trigger when comparing pricing strategies, exploring new market categories, finding underserved customer segments, or asking how to stop competing on price. Covers the Four Actions Framework, buyer utility map, and value-cost trade-offs. For tech adoption strategy, see crossing-the-chasm. For product positioning, see obviously-awesome.

wondelai/clean-architecture

Structure software around the Dependency Rule: source code dependencies point inward from frameworks to use cases to entities. Use when the user mentions "architecture layers", "dependency rule", "ports and adapters", "hexagonal architecture", "use case boundary", "onion architecture", "screaming architecture", or "framework independence". Also trigger when decoupling business logic from databases or frameworks, defining module boundaries, or debating where to put business rules. Covers component principles, boundaries, and SOLID. For code quality, see clean-code. For domain modeling, see domain-driven-design.

wondelai/clean-code

Write readable, maintainable code through disciplined naming, small functions, and clean error handling. Use when the user mentions "code review", "naming conventions", "function too long", "code smells", "readable code", "boy scout rule", "single responsibility", or "unit test quality". Also trigger when reviewing pull requests for readability, refactoring messy functions, debating comment styles, or improving error handling patterns. Covers SRP, comment discipline, formatting, and unit testing. For refactoring techniques, see refactoring-patterns. For architecture, see clean-architecture.

wondelai/contagious

Engineer word-of-mouth and virality using the STEPPS framework (Social Currency, Triggers, Emotion, Public, Practical Value, Stories). Use when the user mentions "go viral", "word of mouth", "shareable content", "social currency", "why people share", "viral loop", "referral program", or "organic growth". Also trigger when designing shareable features, crafting social media campaigns, or building products that spread through peer recommendation. Covers environmental triggers and high-arousal emotional content. For sticky messaging, see made-to-stick. For persuasion tactics, see influence-psychology.

wondelai/continuous-discovery

Build a weekly cadence of customer touchpoints using Opportunity Solution Trees, assumption mapping, and interview snapshots. Use when the user mentions "continuous discovery", "opportunity solution tree", "weekly interviews", "assumption testing", "discovery habits", "product trio", or "outcome-based roadmap". Also trigger when setting up regular customer feedback loops, prioritizing which experiments to run, or connecting discovery insights to delivery work. Covers experience mapping, co-creation, and prioritizing opportunities. For interview technique, see mom-test. For team structure, see inspired-product.

wondelai/cro-methodology

Audit websites and landing pages for conversion issues and design evidence-based A/B tests. Use when the user mentions "landing page isnt converting", "conversion rate", "A/B test", "why visitors leave", "objection handling", "bounce rate", "split testing", or "conversion funnel". Also trigger when diagnosing why signups are low, designing experiment hypotheses, or auditing checkout flows for friction points. Covers funnel mapping, persuasion assets, and objection/counter-objection frameworks. For overall marketing strategy, see one-page-marketing. For usability issues, see ux-heuristics.

wondelai/crossing-the-chasm

Navigate the technology adoption lifecycle from early adopters to mainstream market. Use when the user mentions "crossing the chasm", "beachhead segment", "whole product", "early adopters vs. mainstream", "tech go-to-market", "bowling pin strategy", "technology adoption lifecycle", or "pragmatist buyers". Also trigger when a startup has early traction but struggles to grow beyond initial users, or when planning go-to-market for technical products. Covers D-Day analogy, bowling-pin strategy, and positioning against incumbents. For product positioning, see obviously-awesome. For new market creation, see blue-ocean-strategy.

wondelai/ddia-systems

Design data systems by understanding storage engines, replication, partitioning, transactions, and consistency models. Use when the user mentions "database choice", "replication lag", "partitioning strategy", "consistency vs availability", "stream processing", "ACID transactions", "eventual consistency", or "LSM tree vs B-tree". Also trigger when choosing between SQL and NoSQL, designing data pipelines, or debugging distributed system consistency issues. Covers data models, batch/stream processing, and distributed consensus. For system design, see system-design. For resilience, see release-it.

wondelai/design-everyday-things

Apply foundational design principles: affordances, signifiers, constraints, feedback, and conceptual models. Use when the user mentions "why is this confusing", "affordance", "error prevention", "discoverability", "human-centered design", "fault tolerance", "mental model", "mapping", or "seven stages of action". Also trigger when diagnosing why users make mistakes, reducing product complexity, or improving error messages and feedback systems. Covers the gulfs of execution and evaluation. For usability scoring, see ux-heuristics. For iOS-specific patterns, see ios-hig-design.

wondelai/design-sprint

Run a structured 5-day process to prototype, test, and validate product ideas with real users. Use when the user mentions "design sprint", "validate in a week", "rapid prototype", "test with users", "de-risk before building", "GV sprint", "prototype testing", or "design workshop". Also trigger when a team needs to make a critical product decision quickly, resolve stakeholder disagreements, or test risky ideas before investing in development. Covers mapping, sketching, deciding, prototyping, and testing. For ongoing experimentation, see lean-startup. For customer job analysis, see jobs-to-be-done.

wondelai/domain-driven-design

Model software around the business domain using bounded contexts, aggregates, and ubiquitous language. Use when the user mentions "domain modeling", "bounded context", "aggregate root", "ubiquitous language", "anti-corruption layer", "context mapping", "domain events", or "strategic design". Also trigger when splitting a monolith into services, defining microservice boundaries, or aligning code structure with business processes. Covers entities vs value objects, domain events, and context mapping strategies. For architecture layers, see clean-architecture. For complexity, see software-design-philosophy.

wondelai/drive-motivation

Design motivation systems using Autonomy, Mastery, and Purpose (AMP) for products and teams. Use when the user mentions "intrinsic motivation", "gamification isnt working", "team incentives", "autonomy", "mastery", "purpose-driven", "employee engagement", or "reward systems". Also trigger when designing onboarding progression systems, fixing broken gamification, or building team structures that sustain high performance. Covers why carrot-and-stick fails and how to build progress systems. For habit-forming product loops, see hooked-ux. For retention behavior design, see improve-retention.

wondelai/high-perf-browser

Optimize web performance through network protocols, resource loading, and browser rendering internals. Use when the user mentions "page load speed", "Core Web Vitals", "HTTP/2", "resource hints", "network latency", "render blocking", "TCP optimization", "service worker", or "critical rendering path". Also trigger when diagnosing slow page loads, optimizing time to first byte, choosing between WebSocket and SSE, or reducing bundle sizes. Covers TCP/TLS optimization, caching strategies, WebSocket/SSE, and protocol selection. For UI visual performance, see refactoring-ui. For font loading, see web-typography.

wondelai/hooked-ux

Design habit-forming product loops using the Hook Model (Trigger, Action, Variable Reward, Investment). Use when the user mentions "users arent coming back", "engagement loops", "habit formation", "push notifications", "variable rewards", "daily active users", "habit zone", or "user retention loops". Also trigger when designing notification strategies, building streaks or progress systems, or analyzing why users stop using a product after initial signup. Covers ethics evaluation and onboarding for habits. For friction reduction and B=MAP, see improve-retention. For viral sharing, see contagious.

wondelai/hundred-million-offers

Create irresistible offers using the Value Equation, bonus stacking, risk-reversing guarantees, and ethical scarcity. Use when the user mentions "pricing strategy", "irresistible offer", "bonuses and guarantees", "value-to-price ratio", "offer naming", "grand slam offer", "guarantee strategy", or "premium pricing justification". Also trigger when packaging products for higher perceived value, designing money-back guarantees, or structuring pricing tiers to maximize conversions. Covers the MAGIC naming formula and starving-crowd targeting. For product positioning, see obviously-awesome. For outbound sales, see predictable-revenue.

wondelai/improve-retention

Diagnose and fix retention problems using behavior design (B=MAP). Use when the user mentions "users drop off", "activation rate", "onboarding friction", "retention metrics", "why users dont complete", "churn analysis", "user activation", or "aha moment". Also trigger when analyzing cohort retention curves, designing activation milestones, reducing time-to-value for new users, or investigating why users stop after their first session. Covers the Ability Chain, prompt design, and tiny behaviors that compound. For habit loops and variable rewards, see hooked-ux. For intrinsic motivation, see drive-motivation.

wondelai/influence-psychology

Apply the six principles of ethical persuasion (reciprocity, commitment, social proof, authority, liking, scarcity) to product design, copy, and sales. Use when the user mentions "social proof", "persuasive copy", "why users dont convert", "ethical persuasion", "reciprocity", "scarcity tactics", or "commitment and consistency". Also trigger when designing testimonial sections, crafting urgency messaging, or improving trust signals on landing pages. For deal negotiation tactics, see negotiation. For viral word-of-mouth, see contagious.

wondelai/inspired-product

Build empowered product teams using discovery and delivery dual-track. Use when the user mentions "product discovery", "empowered teams", "feature factory", "product roadmap", "opportunity assessment", "product vision", "product-led growth", or "discovery vs delivery". Also trigger when restructuring product teams away from output-driven models, setting product strategy, or defining what to build next based on outcomes. Covers product discovery techniques, team structure, and continuous value delivery. For customer interviews, see mom-test. For ongoing discovery systems, see continuous-discovery.

wondelai/ios-hig-design

Design native iOS interfaces following Apple Human Interface Guidelines. Use when the user mentions "iPhone app", "iPad layout", "SwiftUI", "UIKit", "Dynamic Island", "safe areas", "HIG compliance", "SF Symbols", "haptic feedback", or "iOS accessibility". Also trigger when building tab bars, navigation stacks, sheets, or modals for iOS, implementing dark mode, or adapting layouts for different screen sizes. Covers navigation patterns, accessibility, SF Symbols, and platform conventions. For general UI polish, see refactoring-ui. For affordance design, see design-everyday-things.

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