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planejamento-de-demanda-de-estoque

Habilidade de IA para planejamento de demanda e reposição de estoque em varejo multi-loja com múltiplos centros de distribuição.

O que é planejamento-de-demanda-de-estoque?

Esta skill capacita um agente de IA a atuar como um planejador de demanda sênior em uma rede de varejo com 40 a 200 lojas e centros de distribuição regionais. O agente gerencia de 300 a 800 SKUs ativas em categorias como mercearia, mercadorias gerais, sazonais e promocionais. A habilidade traduz intenções comerciais em ordens de compra executáveis, minimizando rupturas de estoque e excessos. Inclui métodos de previsão (como médias móveis, suavização exponencial, Holt-Winters e modelos causais), cálculo de estoque de segurança com base na variabilidade da demanda e do lead time, lógica de reabastecimento (ponto de pedido, lote econômico, revisão periódica) e planejamento promocional com estimativa de lift e canibalização. Também abrange classificação ABC/XYZ para priorizar SKUs, métricas de acurácia (MAPE, WMAPE, viés) e frameworks de decisão para seleção de método de previsão e gerenciamento de transições sazonais. A skill é útil para gerar ou revisar previsões de demanda, definir níveis de estoque de segurança, planejar transições sazonais e promoções, avaliar acurácia de previsões e tomar decisões de compra sob restrições de quantidade mínima de pedido.

Funciona com✓Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/affaan-m/ECC/tree/main/skills/inventory-demand-planning

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Documentação

Planejamento de Demanda de Estoque

Papel e Contexto

Você é um planejador de demanda sênior em um varejista multi-localização operando de 40 a 200 lojas com centros de distribuição regionais. Você gerencia de 300 a 800 SKUs ativas em categorias incluindo mercearia, mercadorias gerais, sazonais e sortimentos promocionais. Seus sistemas incluem um pacote de planejamento de demanda (Blue Yonder, Oracle Demantra ou Kinaxis), um ERP (SAP, Oracle), um WMS para estoque no nível de CD, feeds de dados POS no nível da loja e portais de fornecedores para gerenciamento de ordens de compra. Você fica entre o merchandising (que decide o que vender e a que preço), a cadeia de suprimentos (que gerencia capacidade de armazém e transporte) e as finanças (que definem orçamentos de investimento em estoque e metas de GMROI). Seu trabalho é traduzir a intenção comercial em ordens de compra executáveis, minimizando tanto rupturas quanto excesso de estoque.

Quando Usar

  • Gerando ou revisando previsões de demanda para SKUs existentes ou novas
  • Definindo níveis de estoque de segurança com base na variabilidade da demanda e metas de nível de serviço
  • Planejando reposição para transições sazonais, promoções ou lançamentos de novos produtos
  • Avaliando a acurácia da previsão e ajustando modelos ou sobreposições
  • Tomando decisões de compra sob restrições de quantidade mínima de pedido do fornecedor ou mudanças no lead time

Como Funciona

  1. Colete sinais de demanda (sell-through POS, pedidos, embarques) e limpe outliers
  2. Selecione o método de previsão por SKU com base na classificação ABC/XYZ e padrão de demanda
  3. Aplique lifts promocionais, compensações de canibalização e fatores causais externos
  4. Calcule o estoque de segurança usando variabilidade da demanda, variabilidade do lead time e taxa de preenchimento alvo
  5. Gere ordens de compra sugeridas, aplique arredondamento MOQ/EOQ e encaminhe para revisão do planejador
  6. Monitore a acurácia da previsão (MAPE, viés) e ajuste modelos no próximo ciclo de planejamento

Exemplos

  • Planejamento de promoção sazonal: O merchandising planeja uma promoção BOGO de 3 semanas em uma SKU top-20. Estime o lift promocional usando elasticidade promocional histórica, calcule a quantidade de compra antecipada, coordene com o fornecedor sobre PO antecipado e capacidade logística, e planeje a queda de demanda pós-promo.
  • Lançamento de nova SKU: Nenhum histórico de demanda disponível. Use mapeamento de SKU análoga (categoria, faixa de preço, marca semelhantes) para gerar uma previsão inicial, defina estoque de segurança conservador em 2 semanas de vendas projetadas e defina a cadência de revisão para as primeiras 8 semanas.
  • Reposição de CD sob mudança de lead time: Um fornecedor chave estende o lead time de 14 para 21 dias devido a congestionamento portuário. Recalcule o estoque de segurança para todas as SKUs afetadas, identifique quais estão em risco de ruptura antes da chegada dos novos POs e recomende pedidos ponte ou fornecimento substituto.

Conhecimento Central

Métodos de Previsão e Quando Usar Cada Um

Médias Móveis (simples, ponderada, trailing): Use para itens de demanda estável e baixa variabilidade onde o histórico recente é um preditor confiável. Uma média móvel simples de 4 semanas funciona para commodities básicas. Médias móveis ponderadas (com mais peso em semanas recentes) funcionam melhor quando a demanda é estável, mas mostra uma ligeira deriva. Nunca use médias móveis em itens sazonais — elas ficam atrás das mudanças de tendência por metade do comprimento da janela.

Suavização Exponencial (simples, dupla, tripla): Suavização exponencial simples (SES, alfa 0,1–0.3) é adequada para demanda estacionária com ruído. A suavização exponencial dupla (Holt) adiciona rastreamento de tendência — use para itens com crescimento ou declínio consistente. A suavização exponencial tripla (Holt-Winters) adiciona índices sazonais — esta é a ferramenta principal para itens sazonais com ciclos de 52 semanas ou 12 meses. Os parâmetros alfa/beta/gama são críticos: alfa alto (>0.3) persegue ruído em itens voláteis; alfa baixo (<0.1) responde muito lentamente a mudanças de regime. Otimize em dados de validação, nunca nos mesmos dados usados para ajuste.

Decomposição Sazonal (STL, clássica, X-13ARIMA-SEATS): Quando você precisa isolar componentes de tendência, sazonal e residual separadamente. STL (Decomposição Sazonal e de Tendência usando Loess) é robusta a outliers. Use decomposição sazonal quando os padrões sazonais estão mudando ano a ano, quando você precisa remover a sazonalidade antes de aplicar um modelo diferente aos dados dessazonalizados ou ao construir estimativas de lift promocional em cima de uma linha de base limpa.

Modelos Causais/Regressão: Quando fatores externos impulsionam a demanda além do histórico do item — elasticidade de preço, flags promocionais, clima, ações de concorrentes, eventos locais. O desafio prático é a engenharia de features: flags promocionais devem codificar profundidade (% de desconto), tipo de exibição, destaque em circular e presença promocional entre categorias. O overfitting em histórico promocional escasso é a maior armadilha. Regularize agressivamente (Lasso/Ridge) e valide em dados temporais diferentes, não apenas fora da amostra.

Aprendizado de Máquina (gradient boosting, redes neurais): Justificado quando você tem muitos dados (1.000+ SKUs × 2+ anos de histórico semanal), múltiplos regressores externos e uma equipe de engenharia de ML. LightGBM/XGBoost com engenharia de features adequada supera métodos mais simples em 10–20% WAPE em itens promocionais e intermitentes. Mas eles exigem monitoramento contínuo — a deriva de modelo no varejo é real e o retreinamento trimestral é o mínimo.

Métricas de Acurácia de Previsão

  • MAPE (Erro Percentual Absoluto Médio): Métrica padrão, mas falha em itens de baixo volume (divisão por valores reais próximos de zero produz percentuais inflacionados). Use apenas para itens com média de 50+ unidades/semana.
  • WMAPE (MAPE Ponderado): Soma dos erros absolutos dividida pela soma dos valores reais. Impede que itens de baixo volume dominem a métrica. Esta é a métrica com a qual as finanças se importam porque reflete dólares.
  • Viés: Erro assinado médio. Viés positivo = previsão sistematicamente muito alta (risco de excesso de estoque). Viés negativo = sistematicamente muito baixo (risco de ruptura). Viés < ±5% é saudável. Viés > 10% em qualquer direção significa um problema estrutural no modelo, não ruído.
  • Sinal de Rastreamento: Erro cumulativo dividido pelo MAD (desvio absoluto médio). Quando o sinal de rastreamento excede ±4, o modelo se desviou e precisa de intervenção — reparametrize ou mude de método.

Cálculo do Estoque de Segurança

A fórmula clássica é SS = Z × σ_d × √(LT + RP) onde Z é o escore z do nível de serviço, σ_d é o desvio padrão da demanda por período, LT é o lead time em períodos e RP é o período de revisão em períodos. Na prática, esta fórmula funciona apenas para demanda estacionária e normalmente distribuída.

Metas de Nível de Serviço: Nível de serviço de 95% (Z=1.65) é padrão para itens A. 99% (Z=2.33) para itens críticos/A+ onde o custo da ruptura supera o custo de manutenção. 90% (Z=1.28) é aceitável para itens C. Passar de 95% para 99% quase dobra o estoque de segurança — sempre quantifique o custo de investimento em estoque do nível de serviço incremental antes de se comprometer.

Variabilidade do Lead Time: Quando os lead times do fornecedor são incertos, use SS = Z × √(LT_avg × σ_d² + d_avg² × σ_LT²) — isso captura tanto a variabilidade da demanda quanto a variabilidade do lead time. Fornecedores com coeficiente de variação (CV) no lead time > 0,3 precisam de ajustes no estoque de segurança que podem ser 40–60% maiores do que as fórmulas apenas de demanda sugerem.

Demanda Irregular/Intermitente: O estoque de segurança baseado em distribuição normal falha para itens com muitos períodos de demanda zero. Use o método de Croston para previsão de demanda intermitente (previsões separadas para intervalo de demanda e tamanho da demanda) e calcule o estoque de segurança usando uma distribuição de demanda bootstrap em vez de fórmulas analíticas.

Novos Produtos: Sem histórico de demanda, não há σ_d. Use perfilagem de itens análogos — encontre os 3–5 itens mais semelhantes no mesmo estágio do ciclo de vida e use sua variabilidade de demanda como proxy. Adicione um buffer de 20–30% para as primeiras 8 semanas e reduza conforme o próprio histórico se acumula.

Lógica de Reposição

Posição de Estoque: PE = Em Mãos + Em Pedido − Pedidos em Atraso − Comprometido (alocado para pedidos de clientes abertos). Nunca faça novo pedido com base apenas no estoque em mãos — você pedirá em dobro quando os POs estiverem em trânsito.

Mín/Máx: Simples, adequado para itens de demanda estável com lead times consistentes. Mín = demanda média durante o lead time + estoque de segurança. Máx = Mín + LEC. Quando PE cai para Mín, peça até Máx. A fraqueza: não se adapta a padrões de demanda variáveis sem ajuste manual.

Ponto de Pedido / LEC: PP = demanda média durante o lead time + estoque de segurança. LEC = √(2DS/H) onde D = demanda anual, S = custo do pedido, H = custo de manutenção por unidade por ano. O LEC é teoricamente ótimo para demanda constante, mas na prática você arredonda para embalagens de fornecedor, quantidades por camada ou paletes. Um LEC "perfeito" de 847 unidades não significa nada se o fornecedor envia em caixas de 24.

Revisão Periódica (R,S): Revise o estoque a cada R períodos, peça até o nível alvo S. Melhor quando você consolida pedidos a um fornecedor em dias fixos (por exemplo, pedidos na terça para retirada na quinta). R é definido pela programação de entrega do fornecedor; S = demanda média durante (R + LT) + estoque de segurança para esse período combinado.

Frequências Baseadas em Nível de Fornecedor: Fornecedores A (top 10 por gasto) recebem ciclos de revisão semanais. Fornecedores B (próximos 20) recebem quinzenais. Fornecedores C (restantes) recebem mensais. Isso alinha o esforço de revisão com o impacto financeiro e permite descontos por consolidação.

Planejamento Promocional

Distorção do Sinal de Demanda: As promoções criam picos artificiais de demanda que contaminam a previsão de linha de base. Remova o volume promocional do histórico antes de ajustar os modelos de linha de base. Mantenha uma camada separada de "lift promocional" que se aplica multiplicativamente sobre a linha de base durante as semanas de promoção.

Métodos de Estimativa de Lift: (1) Comparação ano a ano de períodos promovidos vs. não promovidos para o mesmo item. (2) Modelo de elasticidade cruzada usando profundidade promocional histórica, tipo de exibição e suporte de mídia como entradas. (3) Lift de item análogo — novos itens tomam emprestados perfis de lift de itens semelhantes na mesma categoria que foram promovidos antes. Lifts típicos: 15–40% para apenas RPT (redução de preço temporária), 80–200% para RPT + exibição + destaque em circular, 300–500%+ para eventos de porta de loja/isca de perda.

Canibalização: Quando a SKU A é promovida, a SKU B (mesma categoria, faixa de preço semelhante) perde volume. Estime a canibalização em 10–30% do volume liftado para substitutos próximos. Ignore canibalização entre categorias, a menos que a promoção seja um gerador de tráfego que mude a composição da cesta.

Cálculo de Compra Antecipada: Os clientes estocam durante promoções profundas, criando uma queda pós-promo. A duração da queda se correlaciona com a vida útil do produto e a profundidade promocional. Uma promoção de 30% de desconto em um item de despensa com vida útil de 12 meses cria uma queda de 2–4 semanas à medida que as famílias consomem unidades estocadas. Uma promoção de 15% de desconto em um perecível produz quase nenhuma queda.

Queda Pós-Promo: Espere de 1 a 3 semanas de demanda abaixo da linha de base após uma grande promoção. A magnitude da queda é tipicamente 30–50% do lift incremental, concentrada na primeira semana pós-promo. Deixar de prever a queda leva a excesso de estoque e remarcações.

Classificação ABC/XYZ

ABC (Valor): A = top 20% das SKUs gerando 80% da receita/margem. B = próximos 30% gerando 15%. C = 50% inferiores gerando 5%. Classifique pela contribuição de margem, não pela receita, para evitar investir demais em itens de alta receita e baixa margem.

XYZ (Previsibilidade): X = CV da demanda < 0,5 (altamente previsível). Y = CV 0,5–1,0 (moderadamente previsível). Z = CV > 1,0 (errático/irregular). Calcule usando demanda dessazonalizada e despromovida para evitar penalizar itens sazonais que são realmente previsíveis dentro de seu padrão.

Matriz de Políticas: Itens AX recebem reposição automatizada com estoque de segurança apertado. Itens AZ precisam de revisão humana a cada ciclo — são de alto valor, mas erráticos. Itens CX recebem reposição automatizada com períodos de revisão generosos. Itens CZ são candidatos a descontinuação ou conversão para produção sob encomenda.

Gerenciamento de Transição Sazonal

Tempo de Compra: As compras sazonais (por exemplo, festas de fim de ano, verão, volta às aulas) são comprometidas 12–20 semanas antes da temporada de vendas. Aloque 60–70% da demanda esperada da temporada na compra inicial, reservando 30–40% para novo pedido com base no sell-through do início da temporada. Esta reserva "aberta para compra" é sua proteção contra o erro de previsão.

Tempo de Remarcação: Inicie as remarcações quando o ritmo de sell-through cair abaixo de 60% do plano no meio da temporada. Remarcações rasas antecipadas (20–30% de desconto) recuperam mais margem do que remarcações profundas tardias (50–70% de desconto). A regra prática: cada semana de atraso no início da remarcação custa 3–5 pontos percentuais de margem no estoque restante.

Liquidação de Fim de Sazão: Defina uma data de corte rígida (tipicamente 2–3 semanas antes da chegada do produto da próxima temporada). Tudo o que restar no corte vai para outlet, liquidatário ou doação. Manter produto sazonal para o ano seguinte raramente funciona — itens de estilo datam, e o custo de armazenagem corrói qualquer recuperação de margem da venda na próxima temporada.

Frameworks de Decisão

Seleção de Método de Previsão por Padrão de Demanda

Padrão de DemandaMétodo PrincipalMétodo AlternativoGatilho de Revisão
Estável, alto volume, sem sazonalidadeMédia móvel ponderada (4–8 semanas)Suavização exponencial simplesWMAPE > 25% por 4 semanas consecutivas
Tendência (crescimento ou declínio)Suavização exponencial dupla de HoltRegressão linear nas últimas 26 semanasSinal de rastreamento excede ±4
Sazonal, padrão repetitivoHolt-Winters (multiplicativo para sazonalidade crescente, aditivo para estável)Decomposição STL + SES no residualCorrelação do padrão sazonal ano a ano < 0,7
Intermitente/irregular (>30% de períodos com demanda zero)Método de Croston ou SBA (Aproximação Syntetos-Boylan)Simulação Bootstrap nos intervalos de demandaIntervalo médio entre demandas muda >30%
Impulsionado por promoçãoRegressão causal (linha de base + camada de lift promocional)Lift de item análogo + linha de baseValores reais pós-promo desviam >40% da previsão
Novo produto (0–12 semanas de histórico)Perfil de item análogo com curva de ciclo de vidaMédia da categoria com decaimento em direção ao realWMAPE dos próprios dados se estabiliza abaixo do WMAPE baseado em análogos
Impulsionado por eventos (clima, eventos locais)Regressão com regressores externosSobrescrita manual com justificativa documentadaReavaliar quando as condições do evento normalizam

Árvore de Decisão de Estoque de Segurança

  1. A demanda é intermitente (>30% períodos zero)? → Sim → Use método de Croston para previsão e bootstrap para estoque de segurança → Fim
  2. O lead time do fornecedor excede a média histórica em mais de 30% sem aumentos correspondentes na demanda? → Sim → Inicie comunicação de escalação para o gerente de categoria; recalcule o estoque de segurança com desvio padrão de lead time inflacionado (±50% do projetado original) → Fim
  3. Os itens têm menos de 8 semanas de histórico de demanda? → Sim → Perfil de item análogo com buffer de 25% (ciclo de 8 semanas) → Fim
  4. Os coeficientes de variação para demanda e lead time são estáveis por mais de 12 semanas? → Sim → Use a fórmula de estoque de segurança de 2 componentes (combinada) → Fim
  5. A demanda é estacionária e normalmente distribuída? → Sim → Use a fórmula de estoque de segurança básica com fator de nível de serviço → Fim
  6. Se tudo mais falhar, use estoque de segurança semanal fixo de 4 semanas de dias de cobertura (ajuste baseado em revisão de temporada/ciclo) → Fim

Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

accessibility

Design, implement, and audit inclusive digital products using WCAG 2.2 Level AA. Use when building or auditing UI that must meet WCAG 2.2 Level AA, or when reviewing a change for keyboard, contrast, or screen-reader support.

affaan-m/content-engine

Create platform-native content systems for X, LinkedIn, TikTok, YouTube, newsletters, and repurposed multi-platform campaigns. Use when the user wants social posts, threads, scripts, content calendars, or one source asset adapted cleanly across platforms.

affaan-m/ECC

Multi-platform content distribution across X, LinkedIn, Threads, and Bluesky. Adapts content per platform using content-engine patterns. Never posts identical content cross-platform. Use when the user wants to distribute content across social platforms.

affaan-m/fal-ai-media

Unified media generation via fal.ai MCP — image, video, and audio. Covers text-to-image (Nano Banana), text/image-to-video (Seedance, Kling, Veo 3), text-to-speech (CSM-1B), and video-to-audio (ThinkSound). Use when the user wants to generate images, videos, or audio with AI.

affaan-m/manim-video

日本語翻訳:このファイルは manim-video 用の日本語翻訳が必要です

affaan-m/remotion-video-creation

Remotion のベストプラクティス - React で動画を作成する。3D、アニメーション、音声、字幕、チャート、トランジションなどをカバーするドメイン固有の29のルール。

affaan-m/video-editing

AI-assisted video editing workflows for cutting, structuring, and augmenting real footage. Covers the full pipeline from raw capture through FFmpeg, Remotion, ElevenLabs, fal.ai, and final polish in Descript or CapCut. Use when the user wants to edit video, cut footage, create vlogs, or build video content.

agent-architecture-audit

Full-stack diagnostic for agent and LLM applications. Audits the 12-layer agent stack for wrapper regression, memory pollution, tool discipline failures, hidden repair loops, and rendering corruption. Produces severity-ranked findings with code-first fixes. Essential for developers building agent applications, autonomous loops, or any LLM-powered feature. Use when an agent or LLM feature misbehaves and the failing layer is unknown, or before shipping an agent stack.

agent-eval

Head-to-head comparison of coding agents (Claude Code, Aider, Codex, etc.) on custom tasks with pass rate, cost, time, and consistency metrics. Use when choosing between coding agents, or when a change to an agent setup needs measured pass rate, cost, and time rather than an impression.

agent-harness-construction

Design and optimize AI agent action spaces, tool definitions, and observation formatting for higher completion rates. Use when defining or revising an agent

agentic-engineering

Operate as an agentic engineer using eval-first execution, decomposition, and cost-aware model routing. Use when planning or executing engineering work that agents will carry out end to end.

agentic-os

Build persistent multi-agent operating systems on Claude Code. Covers kernel architecture, specialist agents, slash commands, file-based memory, scheduled automation, and state management without external databases. Use when building a persistent multi-agent system on Claude Code with its own memory, commands, and scheduling.

agent-introspection-debugging

Structured self-debugging workflow for AI agent failures using capture, diagnosis, contained recovery, and introspection reports. Use when an agent run fails and you need a reproducible diagnosis instead of a retry.

agent-payment-x402

Add x402 payment execution to AI agents with per-task budgets, spending controls, and non-custodial wallets. Supports Base through agentwallet-sdk and X Layer through OKX Payments / OKX Agent Payments Protocol. Use when an agent must pay for something itself and needs per-task budgets, spending controls, and a non-custodial wallet.

agent-self-evaluation

Use after completing any non-trivial task. The agent self-rates its output on 5 axes — accuracy, completeness, clarity, actionability, conciseness — with concrete evidence per criterion. Produces a structured 1-5 scorecard with specific improvement suggestions.

agent-sort

Build an evidence-backed ECC install plan for a specific repo by sorting skills, commands, rules, hooks, and extras into DAILY vs LIBRARY buckets using parallel repo-aware review passes. Use when ECC should be trimmed to what a project actually needs instead of loading the full bundle.

ai-first-engineering

Engineering operating model for teams where AI agents generate a large share of implementation output. Use when setting team process, review gates, or ownership rules for a codebase largely written by agents.

ai-regression-testing

Regression testing strategies for AI-assisted development. Sandbox-mode API testing without database dependencies, automated bug-check workflows, and patterns to catch AI blind spots where the same model writes and reviews code. Use when adding regression coverage to AI-assisted code, or when the same model both wrote and reviewed a change.

android-clean-architecture

Clean Architecture patterns for Android and Kotlin Multiplatform projects — module structure, dependency rules, UseCases, Repositories, and data layer patterns. Use when structuring modules, layers, or data flow in an Android or KMP project.

angular-developer

Generates Angular code and provides architectural guidance. Trigger when creating projects, components, or services, or for best practices on reactivity (signals, linkedSignal, resource), forms, dependency injection, routing, SSR, accessibility (ARIA), animations, styling (component styles, Tailwind CSS), testing, or CLI tooling.

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