Communitygithub.com

homelab-wireguard-vpn

Configuração de servidor WireGuard VPN, configuração de peers, geração de chaves, roteamento split tunnel vs. full tunnel e acesso remoto à rede doméstica a partir de dispositivos móveis e laptops. Use ao configurar WireGuard para acesso remoto à rede doméstica ou ao decidir entre roteamento split e full tunnel.

O que é homelab-wireguard-vpn?

Esta skill configura e gerencia um servidor WireGuard VPN em ambientes homelab. WireGuard é um protocolo VPN moderno, rápido e seguro, mais simples que OpenVPN e com desempenho superior. Ela cobre desde a instalação em Linux (Raspberry Pi, servidores), roteadores pfSense/OPNsense, geração de chaves por cliente, até a decisão entre split tunnel (apenas tráfego da rede local) e full tunnel (todo o tráfego). Inclui scripts Python para automação de configuração de peers, dicas de DDNS para IP dinâmico e um guia de troubleshooting. Suporta plataformas Linux, pfSense/OPNsense e integração com Pi-hole para bloqueio de anúncios via VPN, sendo ideal para quem precisa de acesso remoto confiável à rede doméstica com segurança simples e de alto desempenho.

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/affaan-m/ECC/tree/main/skills/homelab-wireguard-vpn

Perguntar na sua IA favorita

Abre um novo chat com esta habilidade de agente já pré-carregada.

Documentação

Homelab WireGuard VPN

WireGuard é um protocolo VPN rápido e moderno. É a escolha certa para acesso remoto a uma rede doméstica — mais simples de configurar que o OpenVPN e mais rápido que a maioria das alternativas.

Todos os exemplos de configuração mostram setups comuns. Revise cada comando — especialmente as regras de encaminhamento iptables e as permissões dos arquivos de chave — antes de aplicá-los ao seu sistema e faça as alterações em uma janela de manutenção.

Quando Usar

  • Configurar servidor WireGuard em um Raspberry Pi, host Linux, pfSense ou roteador
  • Gerar pares de chaves WireGuard e escrever arquivos de configuração de peers
  • Configurar acesso remoto de um telefone ou laptop para uma rede doméstica
  • Explicar split tunneling (rotear apenas tráfego doméstico) vs. full tunnel (rotear todo o tráfego)
  • Solucionar problemas de conexões WireGuard que não sobem
  • Automatizar a geração de configuração de peers para múltiplos clientes

Como o WireGuard Funciona

Seu telefone (cliente WireGuard)
    │
    │  Túnel UDP criptografado (porta 51820)
    │
Seu roteador residencial (servidor WireGuard — precisa de IP público ou DDNS)
    │
Sua rede doméstica (192.168.1.0/24, NAS, Pi, etc.)

Cada dispositivo tem um par de chaves (chave pública + privada).
O servidor conhece a chave pública de cada cliente.
O cliente conhece a chave pública do servidor + endpoint (IP:porta).
O tráfego é criptografado ponta a ponta sem servidor central ou autoridade certificadora.

Configuração do Servidor (Linux)

# Instalar WireGuard
sudo apt update && sudo apt install wireguard -y

# Gerar par de chaves do servidor — crie arquivos com permissões privadas desde o início
sudo mkdir -p /etc/wireguard
sudo sh -c 'umask 077; wg genkey > /etc/wireguard/server_private.key'
sudo sh -c 'wg pubkey < /etc/wireguard/server_private.key > /etc/wireguard/server_public.key'

# Escrever configuração do servidor — substitua pelo valor real da chave privada
# Não armazene chaves privadas em controle de versão nem as compartilhe
sudo tee /etc/wireguard/wg0.conf << 'EOF'
[Interface]
Address = 10.8.0.1/24              # Sub-rede VPN — servidor recebe .1
ListenPort = 51820
PrivateKey = <cole_a_chave_privada_do_servidor_aqui>

# Regras de encaminhamento escopo: permitir tráfego VPN in/out, não um FORWARD ACCEPT genérico
PostUp   = iptables -A FORWARD -i wg0 -o eth0 -j ACCEPT
PostUp   = iptables -A FORWARD -i eth0 -o wg0 -m conntrack --ctstate RELATED,ESTABLISHED -j ACCEPT
PostUp   = iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE
PostDown = iptables -D FORWARD -i wg0 -o eth0 -j ACCEPT
PostDown = iptables -D FORWARD -i eth0 -o wg0 -m conntrack --ctstate RELATED,ESTABLISHED -j ACCEPT
PostDown = iptables -t nat -D POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

[Peer]
# Telefone — substitua pela chave pública real do telefone
PublicKey = <chave_publica_do_telefone>
AllowedIPs = 10.8.0.2/32

[Peer]
# Laptop — substitua pela chave pública real do laptop
PublicKey = <chave_publica_do_laptop>
AllowedIPs = 10.8.0.3/32
EOF
sudo chmod 600 /etc/wireguard/wg0.conf

# Substitua eth0 pelo nome real da sua interface de saída
# Verifique com: ip route show default

# Habilitar encaminhamento IP (necessário para rotear tráfego através do servidor)
echo "net.ipv4.ip_forward=1" | sudo tee /etc/sysctl.d/99-wireguard.conf
sudo sysctl --system

# Iniciar WireGuard e habilitar na inicialização
sudo wg-quick up wg0
sudo systemctl enable wg-quick@wg0

Configuração do Cliente

# Gerar um par de chaves único para cada dispositivo cliente
# Execute no cliente, ou no servidor e transfira a chave privada de forma segura — nunca em texto puro
umask 077
wg genkey | tee phone_private.key | wg pubkey > phone_public.key

# Arquivo de configuração do cliente (phone_wg0.conf):
[Interface]
PrivateKey = <chave_privada_do_telefone>
Address = 10.8.0.2/32
DNS = 192.168.1.2                  # Opcional: use Pi-hole para DNS através do túnel

[Peer]
PublicKey = <chave_publica_do_servidor>
Endpoint = seu-ip-casa.ddns.net:51820  # Seu IP público ou hostname DDNS
AllowedIPs = 192.168.1.0/24            # Split tunnel: apenas tráfego da rede doméstica
# AllowedIPs = 0.0.0.0/0, ::/0        # Full tunnel: todo o tráfego através da VPN

PersistentKeepalive = 25              # Manter buraco NAT aberto (necessário para clientes móveis)

Split Tunnel vs. Full Tunnel

# Split tunnel: AllowedIPs = 192.168.1.0/24
  Apenas o tráfego destinado à sua rede doméstica passa pela VPN.
  O tráfego da internet (YouTube, Spotify) vai diretamente — melhor desempenho no celular.
  Melhor para: "Eu só quero acessar meu NAS e Pi de qualquer lugar."

# Full tunnel: AllowedIPs = 0.0.0.0/0, ::/0
  TODO o tráfego passa pela sua conexão de internet doméstica.
  Útil para: usar o DNS/bloqueio de anúncios do Pi-hole em casa.
  Desvantagem: a velocidade de upload doméstica se torna o gargalo em todos os lugares.

# Split tunnel multi-sub-rede (caso de uso mais comum em homelab):
  AllowedIPs = 192.168.10.0/24, 192.168.20.0/24, 192.168.30.0/24, 10.8.0.0/24
  Roteia todas as suas VLANs através do túnel; a internet permanece direta.

Geração de Chaves e Gerenciamento de Peers

import subprocess

def generate_keypair() -> tuple[str, str]:
    """Gera um par de chaves WireGuard. Retorna (chave_privada, chave_publica)."""
    private = subprocess.check_output(["wg", "genkey"]).decode().strip()
    public = subprocess.run(
        ["wg", "pubkey"], input=private.encode(), capture_output=True
    ).stdout.decode().strip()
    return private, public

def generate_preshared_key() -> str:
    return subprocess.check_output(["wg", "genpsk"]).decode().strip()

def build_client_config(
    client_private_key: str,
    client_vpn_ip: str,       # ex.: "10.8.0.3"
    server_public_key: str,
    server_endpoint: str,     # ex.: "home.example.com:51820"
    allowed_ips: str = "192.168.1.0/24",
    dns: str = "",
) -> str:
    dns_line = f"DNS = {dns}\n" if dns else ""
    return f"""[Interface]
PrivateKey = {client_private_key}
Address = {client_vpn_ip}/32
{dns_line}
[Peer]
PublicKey = {server_public_key}
Endpoint = {server_endpoint}
AllowedIPs = {allowed_ips}
PersistentKeepalive = 25
"""

def build_server_peer_block(
    client_public_key: str,
    client_vpn_ip: str,
    comment: str = "",
) -> str:
    comment_line = f"# {comment}\n" if comment else ""
    return f"""
{comment_line}[Peer]
PublicKey = {client_public_key}
AllowedIPs = {client_vpn_ip}/32
"""

Mantenha as chaves privadas fora do controle de versão. Se usar este script, escreva o material das chaves em arquivos com modo 600 e nunca registre ou imprima.

WireGuard no pfSense / OPNsense

# pfSense: VPN → WireGuard → Adicionar Túnel
  Chaves da Interface: Gerar (cria o par de chaves automaticamente)
  Porta de Escuta: 51820
  Endereço da Interface: 10.8.0.1/24

# Adicionar Peer (um por cliente):
  Chave Pública: <chave pública do cliente>
  IPs Permitidos: 10.8.0.2/32

# Atribuir a interface WireGuard:
  Interfaces → Atribuições → Adicionar (selecione wg0)
  Habilitar interface, sem IP necessário (definido na configuração do túnel)

# Regras de Firewall:
  WAN → Permitir UDP porta 51820 inbound (para clientes alcançarem o servidor)
  Interface WireGuard → Permitir tráfego para as redes LAN que deseja acessar

DDNS (DNS Dinâmico) para Servidores Domésticos

A maioria das conexões de internet residenciais tem IP dinâmico. Use DDNS para que seu endpoint VPN permaneça acessível após uma mudança de IP.

# Opção 1: Cloudflare DDNS — armazene credenciais em um arquivo de secrets, não inline
# Entrada docker-compose usando um arquivo env:
  ddns-updater:
    image: qmcgaw/ddns-updater
    env_file: ./ddns.env   # armazene zone_id e token aqui, não no compose
    restart: unless-stopped

# ddns.env (chmod 600, não commitado no git):
# SETTINGS_CLOUDFLARE_ZONE_ID=seu_zone_id
# SETTINGS_CLOUDFLARE_TOKEN=seu_api_token

# Opção 2: DuckDNS (grátis, simples)
  Cadastre-se em duckdns.org → obtenha um token e subdomínio (minhacasa.duckdns.org)
  Armazene token em /etc/ddns.env (modo 600), depois use um pequeno script owned by root:

  # /usr/local/bin/update-duckdns
  #!/bin/sh
  set -eu
  . /etc/ddns.env
  curl --fail --silent --show-error --max-time 10 \
    --get "https://www.duckdns.org/update" \
    --data-urlencode "domains=minhacasa" \
    --data-urlencode "token=${DUCKDNS_TOKEN}" \
    --data-urlencode "ip="

  # Cron job:
  */5 * * * * /usr/local/bin/update-duckdns >/dev/null 2>&1

Solução de Problemas

# Verificar status do WireGuard e último handshake
sudo wg show

# Se "latest handshake" nunca aparece ou é muito antigo, o túnel não está conectado.
# Verificar:
# 1. A porta UDP 51820 está aberta no roteador/firewall?
sudo ufw status  # ou verifique regras de firewall pfSense/UniFi

# 2. A chave pública do servidor está correta na configuração do cliente?
sudo wg show wg0 public-key   # Compare com o que está na configuração do cliente

# 3. O encaminhamento IP está habilitado no servidor?
cat /proc/sys/net/ipv4/ip_forward  # Deve ser 1

# 4. O AllowedIPs do cliente cobre o IP que você está tentando alcançar?
# Se AllowedIPs = 192.168.1.0/24 e você está tentando alcançar 192.168.3.5, não roteará.

# Verificar logs do kernel para erros do WireGuard
dmesg | grep wireguard

# Reiniciar WireGuard
sudo wg-quick down wg0 && sudo wg-quick up wg0

Anti-Padrões

# RUIM: Armazenar chaves privadas em controle de versão ou compartilhá-las
# Chaves privadas são equivalentes a senhas — nunca as commite no git

# RUIM: Usar AllowedIPs = 0.0.0.0/0 em dispositivos móveis sem considerar o impacto
# Full tunnel roteia todo o tráfego móvel através do upload doméstico — geralmente lento

# RUIM: Não definir PersistentKeepalive em clientes móveis
# Clientes móveis atrás de NAT perdem túneis ociosos sem ele

# RUIM: Abrir porta 51820 no firewall mas esquecer o encaminhamento IP no servidor
# O túnel conecta mas nenhum tráfego roteia — confuso de depurar

# RUIM: Compartilhar um par de chaves entre múltiplos dispositivos clientes
# Cada dispositivo deve ter seu próprio par de chaves único — chaves compartilhadas quebram o modelo de segurança

# RUIM: Usar uma regra iptables "FORWARD ACCEPT" genérica
# Escopo as regras de encaminhamento para a interface wg0 e direção apenas

Melhores Práticas

  • Gere um par de chaves único por dispositivo cliente — nunca reutilize chaves
  • Use split tunneling (AllowedIPs = <sub-redes domésticas>) para dispositivos móveis
  • Defina PersistentKeepalive = 25 em todos os clientes móveis
  • Use DDNS se seu ISP atribuir um IP dinâmico; armazene credenciais em arquivos env, não inline
  • Use regras de encaminhamento iptables escopo (inbound apenas no wg0) em vez de um FORWARD ACCEPT genérico
  • Adicione o IP do Pi-hole como DNS = nas configurações do cliente para obter bloqueio de anúncios via VPN
  • Rotacione o par de chaves do servidor periodicamente e atualize todas as configurações do cliente

Skills Relacionadas

  • homelab-network-setup
  • homelab-vlan-segmentation
  • homelab-pihole-dns

Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

accessibility

Design, implement, and audit inclusive digital products using WCAG 2.2 Level AA. Use when building or auditing UI that must meet WCAG 2.2 Level AA, or when reviewing a change for keyboard, contrast, or screen-reader support.

affaan-m/content-engine

Create platform-native content systems for X, LinkedIn, TikTok, YouTube, newsletters, and repurposed multi-platform campaigns. Use when the user wants social posts, threads, scripts, content calendars, or one source asset adapted cleanly across platforms.

affaan-m/ECC

Multi-platform content distribution across X, LinkedIn, Threads, and Bluesky. Adapts content per platform using content-engine patterns. Never posts identical content cross-platform. Use when the user wants to distribute content across social platforms.

affaan-m/fal-ai-media

Unified media generation via fal.ai MCP — image, video, and audio. Covers text-to-image (Nano Banana), text/image-to-video (Seedance, Kling, Veo 3), text-to-speech (CSM-1B), and video-to-audio (ThinkSound). Use when the user wants to generate images, videos, or audio with AI.

affaan-m/manim-video

日本語翻訳:このファイルは manim-video 用の日本語翻訳が必要です

affaan-m/remotion-video-creation

Remotion のベストプラクティス - React で動画を作成する。3D、アニメーション、音声、字幕、チャート、トランジションなどをカバーするドメイン固有の29のルール。

affaan-m/video-editing

AI-assisted video editing workflows for cutting, structuring, and augmenting real footage. Covers the full pipeline from raw capture through FFmpeg, Remotion, ElevenLabs, fal.ai, and final polish in Descript or CapCut. Use when the user wants to edit video, cut footage, create vlogs, or build video content.

agent-architecture-audit

Full-stack diagnostic for agent and LLM applications. Audits the 12-layer agent stack for wrapper regression, memory pollution, tool discipline failures, hidden repair loops, and rendering corruption. Produces severity-ranked findings with code-first fixes. Essential for developers building agent applications, autonomous loops, or any LLM-powered feature. Use when an agent or LLM feature misbehaves and the failing layer is unknown, or before shipping an agent stack.

agent-eval

Head-to-head comparison of coding agents (Claude Code, Aider, Codex, etc.) on custom tasks with pass rate, cost, time, and consistency metrics. Use when choosing between coding agents, or when a change to an agent setup needs measured pass rate, cost, and time rather than an impression.

agent-harness-construction

Design and optimize AI agent action spaces, tool definitions, and observation formatting for higher completion rates. Use when defining or revising an agent

agentic-engineering

Operate as an agentic engineer using eval-first execution, decomposition, and cost-aware model routing. Use when planning or executing engineering work that agents will carry out end to end.

agentic-os

Build persistent multi-agent operating systems on Claude Code. Covers kernel architecture, specialist agents, slash commands, file-based memory, scheduled automation, and state management without external databases. Use when building a persistent multi-agent system on Claude Code with its own memory, commands, and scheduling.

agent-introspection-debugging

Structured self-debugging workflow for AI agent failures using capture, diagnosis, contained recovery, and introspection reports. Use when an agent run fails and you need a reproducible diagnosis instead of a retry.

agent-payment-x402

Add x402 payment execution to AI agents with per-task budgets, spending controls, and non-custodial wallets. Supports Base through agentwallet-sdk and X Layer through OKX Payments / OKX Agent Payments Protocol. Use when an agent must pay for something itself and needs per-task budgets, spending controls, and a non-custodial wallet.

agent-self-evaluation

Use after completing any non-trivial task. The agent self-rates its output on 5 axes — accuracy, completeness, clarity, actionability, conciseness — with concrete evidence per criterion. Produces a structured 1-5 scorecard with specific improvement suggestions.

agent-sort

Build an evidence-backed ECC install plan for a specific repo by sorting skills, commands, rules, hooks, and extras into DAILY vs LIBRARY buckets using parallel repo-aware review passes. Use when ECC should be trimmed to what a project actually needs instead of loading the full bundle.

ai-first-engineering

Engineering operating model for teams where AI agents generate a large share of implementation output. Use when setting team process, review gates, or ownership rules for a codebase largely written by agents.

ai-regression-testing

Regression testing strategies for AI-assisted development. Sandbox-mode API testing without database dependencies, automated bug-check workflows, and patterns to catch AI blind spots where the same model writes and reviews code. Use when adding regression coverage to AI-assisted code, or when the same model both wrote and reviewed a change.

android-clean-architecture

Clean Architecture patterns for Android and Kotlin Multiplatform projects — module structure, dependency rules, UseCases, Repositories, and data layer patterns. Use when structuring modules, layers, or data flow in an Android or KMP project.

angular-developer

Generates Angular code and provides architectural guidance. Trigger when creating projects, components, or services, or for best practices on reactivity (signals, linkedSignal, resource), forms, dependency injection, routing, SSR, accessibility (ARIA), animations, styling (component styles, Tailwind CSS), testing, or CLI tooling.

Habilidades Relacionadas