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Segmentação de VLANs para Homelab

Segmentar redes domésticas em VLANs para tráfego IoT, convidados, confiável e servidores usando UniFi, pfSense/OPNsense e MikroTik — incluindo configuração de trunk de switch, regras de firewall e mapeamento de SSID sem fio. Use ao dividir uma rede doméstica em VLANs IoT, convidados, confiável e servidores no UniFi, pfSense/OPNsense ou MikroTik.

O que é Segmentação de VLANs para Homelab?

Este recurso fornece um guia abrangente para segmentar uma rede doméstica em VLANs isoladas, aumentando significativamente a segurança da rede. Ele cobre a configuração de dispositivos UniFi (como UniFi Dream Machine e switches), firewalls pfSense/OPNsense e equipamentos MikroTik. O guia explica como criar VLANs separadas para dispositivos IoT, convidados, equipamentos confiáveis e servidores, incluindo o mapeamento de SSIDs sem fio para VLANs específicas. Além disso, detalha a configuração de portas trunk (que transportam múltiplas VLANs) e portas de acesso (que transportam uma única VLAN não marcada), juntamente com regras de firewall para isolar esses segmentos entre si conforme necessário. O material inclui exemplos práticos de cenários comuns de homelab, com comandos específicos para cada plataforma, e enfatiza práticas recomendadas, como alocar o Pi-hole na VLAN de servidores e criar regras de firewall explícitas para bloquear o tráfego entre VLANs não autorizado, evitando armadilhas comuns.

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/affaan-m/ECC/tree/main/skills/homelab-vlan-segmentation

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Documentação

O que Segmentação de VLANs para Homelab faz?

Como dividir uma rede doméstica em VLANs isoladas para que dispositivos IoT, convidados e seus PCs principais não possam se comunicar entre si. A atualização de segurança de maior impacto para uma rede doméstica.

Todas as regras de firewall mostradas aqui adicionam isolamento entre segmentos — elas não removem proteções existentes. Aplique as alterações em uma janela de manutenção e verifique a conectividade entre os segmentos após cada etapa antes de prosseguir.

Quando Usar

  • Configurando VLANs em uma rede doméstica pela primeira vez
  • Isolando dispositivos IoT (lâmpadas inteligentes, câmeras, TVs) de dispositivos confiáveis
  • Criando uma rede Wi-Fi para convidados que não pode acessar dispositivos domésticos
  • Explicando como as VLANs funcionam para alguém não familiarizado com o conceito
  • Configurando portas trunk, portas de acesso e mapeamento SSID-para-VLAN
  • Solucionando problemas de roteamento entre VLANs ou regras de firewall no pfSense/OPNsense/UniFi

Como Funciona

Sem VLANs — rede plana:
  Todos os dispositivos em 192.168.1.0/24
  Smart TV (potencial malware) → pode acessar seu NAS, PCs, tudo

Com VLANs:
  VLAN 10 — Confiável    192.168.10.0/24  (PCs, celulares, laptops)
  VLAN 20 — IoT        192.168.20.0/24  (TV inteligente, lâmpadas, câmeras)
  VLAN 30 — Servidores  192.168.30.0/24  (NAS, Pi, VMs)
  VLAN 40 — Convidados  192.168.40.0/24  (Wi-Fi para visitantes)
  VLAN 99 — Gestão      192.168.99.0/24  (interfaces web do switch/AP)

  Smart TV → bloqueada de acessar 192.168.10.0/24 e 192.168.30.0/24
  Convidados → apenas internet, não podem ver nenhum dispositivo doméstico

Modelo de Design de VLAN

VLAN  Nome          Sub-rede              Gateway            Propósito
10    confiavel     192.168.10.0/24     192.168.10.1    PCs, celulares, laptops
20    iot           192.168.20.0/24     192.168.20.1    Dispositivos domésticos inteligentes
30    servidores    192.168.30.0/24     192.168.30.1    NAS, Pi, auto-hospedado
40    convidados    192.168.40.0/24     192.168.40.1    Wi-Fi para visitantes
99    gestao        192.168.99.0/24     192.168.99.1    Interfaces web dos equipamentos de rede

Exemplos

Homelab típico com AP UniFi e switch gerenciado:

Cenário: Casa de 3 quartos, UniFi Dream Machine + switch UniFi 8 portas + 2 APs

VLAN 10 — Confiável    192.168.10.0/24   MacBook, iPhones, iPad
VLAN 20 — IoT        192.168.20.0/24   Nest thermostat, Philips Hue, Ring doorbell, smart TVs
VLAN 30 — Servidores  192.168.30.0/24   Synology NAS (192.168.30.10), Pi-hole (192.168.30.2)
VLAN 40 — Convidados  192.168.40.0/24   Wi-Fi para visitantes — apenas internet

Mapeamento SSID → VLAN:
  "Home"      → VLAN 10 (WPA2, senha forte, apenas dispositivos confiáveis)
  "IoT"       → VLAN 20 (WPA2, senha separada, impressa no roteador para configuração)
  "Guest"     → VLAN 40 (WPA2, senha simples que você pode compartilhar livremente)

Comportamento das portas do switch:
  Porta 1  → trunk para o roteador (VLANs marcadas 10,20,30,40,99)
  Porta 2  → trunk para APs (VLANs marcadas 10,20,40; o AP lida com a marcação por SSID)
  Porta 3  → acesso VLAN 30 (NAS — não marcada, sem necessidade de conhecimento de VLAN)
  Porta 4  → acesso VLAN 30 (Pi-hole — não marcada)
  Porta 5–8 → acesso VLAN 10 (estações de trabalho com fio)

Regras de firewall aplicadas (todas as regras adicionam isolamento, nenhuma remove proteções existentes):
  IoT → Confiável: BLOQUEAR
  IoT → Servidores: BLOQUEAR exceto 192.168.30.2:53 (DNS Pi-hole permitido)
  IoT → Internet: PERMITIR
  Convidados → Redes locais: BLOQUEAR
  Convidados → Internet: PERMITIR
  Confiável → todos os lugares: PERMITIR

Configuração UniFi

Criar Redes no Controlador UniFi

Configurações → Redes → Criar Nova Rede

Para cada VLAN:
  Nome: IoT
  Propósito: Corporativa  (fornece DHCP + roteamento)
  ID VLAN: 20
  Rede: 192.168.20.0/24
  IP do Gateway: 192.168.20.1
  DHCP: Ativar
  Faixa DHCP: 192.168.20.100 – 192.168.20.254

Mapear SSIDs para VLANs (UniFi)

Configurações → WiFi → Criar Novo WiFi

  Nome: IoT-Network
  Senha: <senha separada>
  Rede: IoT  ← selecione sua VLAN aqui
  # Todos os dispositivos conectados a este SSID caem na VLAN 20

  Nome: Guest
  Senha: <senha do convidado>
  Rede: Guest
  Política de Convidados: Ativar  ← isola convidados também uns dos outros

Regras de Firewall UniFi (Regras de Tráfego)

Configurações → Tráfego e Segurança → Regras de Tráfego

# Bloquear IoT de acessar a VLAN Confiável
  Ação: Bloquear
  Categoria: Rede Local
  Origem: IoT (192.168.20.0/24)
  Destino: Confiável (192.168.10.0/24)

# Permitir IoT acessar apenas a internet
  Ação: Permitir
  Origem: IoT
  Destino: Internet

# Bloquear Convidados de todas as redes locais
  Ação: Bloquear
  Origem: Guest
  Destino: Redes Locais

Configuração pfSense / OPNsense

Criar VLANs

Interfaces → Atribuições → VLANs → Adicionar

  Interface Pai: em1  (sua NIC de LAN)
  Tag VLAN: 20
  Descrição: IoT

# Repita para cada VLAN, depois atribua cada VLAN a uma interface:
Interfaces → Atribuições → Adicionar
  Selecione a VLAN que você criou → clique em Adicionar
  Ative a interface, defina o IP para o endereço do gateway (192.168.20.1/24)

DHCP para Cada VLAN

Serviços → Servidor DHCP → Selecione sua interface VLAN

  Ativar DHCP
  Faixa: 192.168.20.100 a 192.168.20.254
  Servidores DNS: 192.168.30.2  ← IP do Pi-hole se você tiver um

Regras de Firewall (pfSense/OPNsense)

# As regras são processadas de cima para baixo, a primeira correspondência vence.

# Na interface IoT (VLAN 20):
  Regra 1: Permitir IoT → DNS do Pi-hole  ← DEVE vir antes da regra de bloqueio RFC1918
    Protocolo: UDP/TCP
    Origem: rede IoT
    Destino: 192.168.30.2 porta 53
    Ação: Permitir

  Regra 2: Bloquear IoT → RFC1918 (todas as faixas IP privadas)
    Protocolo: qualquer
    Origem: rede IoT
    Destino: RFC1918  (192.168.0.0/16, 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12)
    Ação: Bloquear

  Regra 3: Permitir IoT → internet
    Protocolo: qualquer
    Origem: rede IoT
    Destino: qualquer
    Ação: Permitir

# Na interface Confiável (VLAN 10):
  Permitir tudo (dispositivos confiáveis podem acessar tudo)
    Origem: rede confiável
    Destino: qualquer
    Ação: Permitir

# Exceções adicionais para dispositivos IoT que precisam de serviços locais específicos:
  Inserir antes da Regra 2 (o bloqueio RFC1918):
    Protocolo: TCP
    Origem: rede IoT
    Destino: 192.168.30.x porta 8123  ← Home Assistant
    Ação: Permitir

Configuração MikroTik

# Etapa 1: Criar uma bridge com filtragem VLAN ativada
/interface bridge
add name=bridge vlan-filtering=yes

# Etapa 2: Adicionar portas físicas à bridge
# Porta trunk para roteador/uplink (marcada para todas as VLANs)
/interface bridge port
add bridge=bridge interface=ether1 frame-types=admit-only-vlan-tagged

# Porta de acesso para dispositivos confiáveis (VLAN 10 não marcada)
/interface bridge port
add bridge=bridge interface=ether2 pvid=10 frame-types=admit-only-untagged-and-priority-tagged

# Porta de acesso para dispositivos IoT (VLAN 20 não marcada)
/interface bridge port
add bridge=bridge interface=ether3 pvid=20 frame-types=admit-only-untagged-and-priority-tagged

# Etapa 3: Definir quais VLANs são permitidas em quais portas
/interface bridge vlan
add bridge=bridge tagged=ether1 untagged=ether2 vlan-ids=10
add bridge=bridge tagged=ether1 untagged=ether3 vlan-ids=20

# Etapa 4: Criar interfaces VLAN na bridge (IPs do gateway)
/interface vlan
add interface=bridge name=vlan10 vlan-id=10
add interface=bridge name=vlan20 vlan-id=20

# Etapa 5: Atribuir IPs do gateway
/ip address
add interface=vlan10 address=192.168.10.1/24
add interface=vlan20 address=192.168.20.1/24

# Etapa 6: Pools e servidores DHCP
/ip pool
add name=pool-confiável ranges=192.168.10.100-192.168.10.254
add name=pool-iot ranges=192.168.20.100-192.168.20.254

/ip dhcp-server
add interface=vlan10 address-pool=pool-confiável name=dhcp-confiável
add interface=vlan20 address-pool=pool-iot name=dhcp-iot

/ip dhcp-server network
add address=192.168.10.0/24 gateway=192.168.10.1
add address=192.168.20.0/24 gateway=192.168.20.1

# Etapa 7: Firewall — bloquear IoT de acessar a VLAN Confiável
/ip firewall filter
add chain=forward src-address=192.168.20.0/24 dst-address=192.168.10.0/24 \
    action=drop comment="Bloquear IoT para Confiável"

Portas Trunk vs Acesso no Switch

# Porta trunk: transporta múltiplas VLANs (marcadas) — conecta switch-a-switch, switch-ao-roteador, switch-ao-AP
# Porta de acesso: transporta uma VLAN (não marcada) — conecta a dispositivos finais (PC, câmera, NAS)

# Uma porta de switch gerenciado conectada ao seu roteador deve ser um trunk:
  VLANs Permitidas: 10, 20, 30, 40, 99

# Uma porta conectando a um PC deve ser uma porta de acesso:
  VLAN: 10 (confiável)
  Sem marcação — o PC não sabe nem se importa com VLANs

# Uma porta conectando a um AP deve ser um trunk:
  O AP marca o tráfego de cada SSID com o ID de VLAN correto
  VLANs Permitidas: 10, 20, 40  (quaisquer SSIDs que o AP atenda)

Anti-Padrões

# RUIM: Criar VLANs sem adicionar regras de firewall
# VLANs sem regras de firewall não fornecem segurança — o roteamento entre VLANs é aberto por padrão
# BOM: Adicione regras de bloqueio explícitas imediatamente após criar as VLANs

# RUIM: Colocar o Pi-hole na VLAN IoT
# Dispositivos IoT podem alcançá-lo, mas dispositivos confiáveis não (sem regras extras)
# BOM: Pi-hole na VLAN de Servidores com uma regra permitindo que todas as VLANs acessem a porta 53

# RUIM: VLAN nativa igual à VLAN de gestão
# Tráfego não marcado caindo na sua VLAN de gestão permite ataques de salto de VLAN
# BOM: Use uma VLAN não utilizada dedicada como nativa (ex. VLAN 999), mantenha o tráfego de gestão marcado

# RUIM: Mesma senha Wi-Fi para SSID IoT e SSID confiável
# Qualquer um que aprenda a senha pode conectar dispositivos IoT ao segmento errado

Melhores Práticas

  • Comece com 4 VLANs: Confiável, IoT, Servidores, Convidados — adicione mais conforme necessário
  • Coloque o Pi-hole na VLAN de Servidores (192.168.30.x)
  • Adicione uma regra de firewall permitindo DNS (porta 53) de todas as VLANs para o IP do Pi-hole — antes de qualquer regra de bloqueio RFC1918
  • Teste o isolamento após cada alteração de regra: da VLAN IoT, tente fazer ping em um dispositivo confiável — deve falhar
  • Use uma VLAN de gestão para as interfaces web do switch e do AP e restrinja o acesso apenas à VLAN Confiável
  • Documente seu design de VLAN em uma tabela (ID da VLAN, nome, sub-rede, propósito)

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  • homelab-pihole-dns
  • homelab-wireguard-vpn

Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

accessibility

Design, implement, and audit inclusive digital products using WCAG 2.2 Level AA. Use when building or auditing UI that must meet WCAG 2.2 Level AA, or when reviewing a change for keyboard, contrast, or screen-reader support.

affaan-m/content-engine

Create platform-native content systems for X, LinkedIn, TikTok, YouTube, newsletters, and repurposed multi-platform campaigns. Use when the user wants social posts, threads, scripts, content calendars, or one source asset adapted cleanly across platforms.

affaan-m/ECC

Multi-platform content distribution across X, LinkedIn, Threads, and Bluesky. Adapts content per platform using content-engine patterns. Never posts identical content cross-platform. Use when the user wants to distribute content across social platforms.

affaan-m/fal-ai-media

Unified media generation via fal.ai MCP — image, video, and audio. Covers text-to-image (Nano Banana), text/image-to-video (Seedance, Kling, Veo 3), text-to-speech (CSM-1B), and video-to-audio (ThinkSound). Use when the user wants to generate images, videos, or audio with AI.

affaan-m/manim-video

日本語翻訳:このファイルは manim-video 用の日本語翻訳が必要です

affaan-m/remotion-video-creation

Remotion のベストプラクティス - React で動画を作成する。3D、アニメーション、音声、字幕、チャート、トランジションなどをカバーするドメイン固有の29のルール。

affaan-m/video-editing

AI-assisted video editing workflows for cutting, structuring, and augmenting real footage. Covers the full pipeline from raw capture through FFmpeg, Remotion, ElevenLabs, fal.ai, and final polish in Descript or CapCut. Use when the user wants to edit video, cut footage, create vlogs, or build video content.

agent-architecture-audit

Full-stack diagnostic for agent and LLM applications. Audits the 12-layer agent stack for wrapper regression, memory pollution, tool discipline failures, hidden repair loops, and rendering corruption. Produces severity-ranked findings with code-first fixes. Essential for developers building agent applications, autonomous loops, or any LLM-powered feature. Use when an agent or LLM feature misbehaves and the failing layer is unknown, or before shipping an agent stack.

agent-eval

Head-to-head comparison of coding agents (Claude Code, Aider, Codex, etc.) on custom tasks with pass rate, cost, time, and consistency metrics. Use when choosing between coding agents, or when a change to an agent setup needs measured pass rate, cost, and time rather than an impression.

agent-harness-construction

Design and optimize AI agent action spaces, tool definitions, and observation formatting for higher completion rates. Use when defining or revising an agent

agentic-engineering

Operate as an agentic engineer using eval-first execution, decomposition, and cost-aware model routing. Use when planning or executing engineering work that agents will carry out end to end.

agentic-os

Build persistent multi-agent operating systems on Claude Code. Covers kernel architecture, specialist agents, slash commands, file-based memory, scheduled automation, and state management without external databases. Use when building a persistent multi-agent system on Claude Code with its own memory, commands, and scheduling.

agent-introspection-debugging

Structured self-debugging workflow for AI agent failures using capture, diagnosis, contained recovery, and introspection reports. Use when an agent run fails and you need a reproducible diagnosis instead of a retry.

agent-payment-x402

Add x402 payment execution to AI agents with per-task budgets, spending controls, and non-custodial wallets. Supports Base through agentwallet-sdk and X Layer through OKX Payments / OKX Agent Payments Protocol. Use when an agent must pay for something itself and needs per-task budgets, spending controls, and a non-custodial wallet.

agent-self-evaluation

Use after completing any non-trivial task. The agent self-rates its output on 5 axes — accuracy, completeness, clarity, actionability, conciseness — with concrete evidence per criterion. Produces a structured 1-5 scorecard with specific improvement suggestions.

agent-sort

Build an evidence-backed ECC install plan for a specific repo by sorting skills, commands, rules, hooks, and extras into DAILY vs LIBRARY buckets using parallel repo-aware review passes. Use when ECC should be trimmed to what a project actually needs instead of loading the full bundle.

ai-first-engineering

Engineering operating model for teams where AI agents generate a large share of implementation output. Use when setting team process, review gates, or ownership rules for a codebase largely written by agents.

ai-regression-testing

Regression testing strategies for AI-assisted development. Sandbox-mode API testing without database dependencies, automated bug-check workflows, and patterns to catch AI blind spots where the same model writes and reviews code. Use when adding regression coverage to AI-assisted code, or when the same model both wrote and reviewed a change.

android-clean-architecture

Clean Architecture patterns for Android and Kotlin Multiplatform projects — module structure, dependency rules, UseCases, Repositories, and data layer patterns. Use when structuring modules, layers, or data flow in an Android or KMP project.

angular-developer

Generates Angular code and provides architectural guidance. Trigger when creating projects, components, or services, or for best practices on reactivity (signals, linkedSignal, resource), forms, dependency injection, routing, SSR, accessibility (ARIA), animations, styling (component styles, Tailwind CSS), testing, or CLI tooling.

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