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Projeto de API e Interface

Orienta o projeto de APIs e interfaces estáveis. Use ao projetar APIs, limites de módulos ou qualquer interface pública. Use ao criar endpoints REST ou GraphQL, definir contratos de tipo entre módulos ou estabelecer limites entre frontend e backend.

O que é Projeto de API e Interface?

Esta skill fornece diretrizes abrangentes para projetar APIs e interfaces estáveis, bem documentadas e difíceis de usar incorretamente. Ela cobre princípios fundamentais como a Lei de Hyrum, que alerta que todo comportamento observável se torna um contrato de fato, e a Regra da Versão Única para evitar problemas de dependência em diamante. A skill aborda padrões práticos como contrato primeiro, semântica de erro consistente, validação nas fronteiras do sistema, preferência por adição em vez de modificação e nomenclatura previsível. Inclui também seções detalhadas sobre idempotência, padrões REST, interfaces TypeScript (como uniões discriminadas, separação entrada/saída e tipos marcados) e uma lista de bandeiras vermelhas e racionalizações comuns. Suporta plataformas de desenvolvimento de software em geral, especialmente ao trabalhar com APIs REST, GraphQL e limites de sistemas, sendo aplicável em qualquer contexto onde um código se comunica com outro.

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/addyosmani/agent-skills/tree/HEAD/skills/api-and-interface-design

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Documentação

O que Projeto de API e Interface faz?

Visão Geral

Projete interfaces estáveis e bem documentadas que sejam difíceis de usar incorretamente. Boas interfaces tornam o caminho certo fácil e o errado difícil. Isso se aplica a APIs REST, schemas GraphQL, limites de módulos, props de componentes e qualquer superfície onde um pedaço de código se comunica com outro.

Quando Usar

  • Projetando novos endpoints de API
  • Definindo limites de módulos ou contratos entre equipes
  • Criando interfaces de props de componentes
  • Estabelecendo schema de banco de dados que informa a forma da API
  • Alterando interfaces públicas existentes

Princípios Fundamentais

Lei de Hyrum

Com um número suficiente de usuários de uma API, todos os comportamentos observáveis do seu sistema serão dependidos por alguém, independentemente do que você promete no contrato.

Isso significa: todo comportamento público — incluindo peculiaridades não documentadas, texto de mensagens de erro, tempo e ordenação — torna-se um contrato de fato assim que os usuários dependem dele. Implicações de design:

  • Seja intencional sobre o que você expõe. Cada comportamento observável é um compromisso potencial.
  • Não vaze detalhes de implementação. Se os usuários podem observar, eles vão depender disso.
  • Planeje a descontinuação no momento do design. Consulte deprecation-and-migration para saber como remover com segurança itens dos quais os usuários dependem.
  • Testes não são suficientes. Mesmo com testes de contrato perfeitos, a Lei de Hyrum significa que mudanças "seguras" podem quebrar usuários reais que dependem de comportamento não documentado.

Regra da Versão Única

Evite forçar consumidores a escolher entre múltiplas versões da mesma dependência ou API. Problemas de dependência em diamante surgem quando diferentes consumidores precisam de versões diferentes da mesma coisa. Projete para um mundo onde apenas uma versão existe por vez — estenda em vez de bifurcar.

1. Contrato Primeiro

Defina a interface antes de implementá-la. O contrato é a especificação — a implementação segue.

// Defina o contrato primeiro
interface TaskAPI {
  // Cria uma tarefa e retorna a tarefa criada com campos gerados pelo servidor
  createTask(input: CreateTaskInput): Promise<Task>;

  // Retorna tarefas paginadas que correspondem aos filtros
  listTasks(params: ListTasksParams): Promise<PaginatedResult<Task>>;

  // Retorna uma única tarefa ou lança NotFoundError
  getTask(id: string): Promise<Task>;

  // Atualização parcial — apenas os campos fornecidos são alterados
  updateTask(id: string, input: UpdateTaskInput): Promise<Task>;

  // Exclusão idempotente — tem sucesso mesmo se já excluído
  deleteTask(id: string): Promise<void>;
}

2. Semântica de Erro Consistente

Escolha uma estratégia de erro e use-a em todos os lugares:

// REST: Códigos de status HTTP + corpo de erro estruturado
// Toda resposta de erro segue a mesma forma
interface APIError {
  error: {
    code: string;        // Legível por máquina: "VALIDATION_ERROR"
    message: string;     // Legível por humanos: "Email é obrigatório"
    details?: unknown;   // Contexto adicional quando útil
  };
}

// Mapeamento de código de status
// 400 → Cliente enviou dados inválidos
// 401 → Não autenticado
// 403 → Autenticado mas não autorizado
// 404 → Recurso não encontrado
// 409 → Conflito (duplicado, incompatibilidade de versão)
// 422 → Validação falhou (semanticamente inválido)
// 500 → Erro do servidor (nunca exponha detalhes internos)

Não misture padrões. Se alguns endpoints lançam, outros retornam null e outros retornam { error } — o consumidor não consegue prever o comportamento.

3. Validar nas Fronteiras

Confie no código interno. Valide nas bordas do sistema onde a entrada externa entra:

// Valide na fronteira da API
app.post('/api/tasks', async (req, res) => {
  const result = CreateTaskSchema.safeParse(req.body);
  if (!result.success) {
    return res.status(422).json({
      error: {
        code: 'VALIDATION_ERROR',
        message: 'Dados de tarefa inválidos',
        details: result.error.flatten(),
      },
    });
  }

  // Após a validação, o código interno confia nos tipos
  const task = await taskService.create(result.data);
  return res.status(201).json(task);
});

Onde a validação pertence:

  • Manipuladores de rota da API (entrada do usuário)
  • Manipuladores de envio de formulário (entrada do usuário)
  • Análise de resposta de serviço externo (dados de terceiros -- sempre trate como não confiáveis)
  • Carregamento de variáveis de ambiente (configuração)

Respostas de API de terceiros são dados não confiáveis. Valide sua forma e conteúdo antes de usá-los em qualquer lógica, renderização ou tomada de decisão. Um serviço externo comprometido ou malcomportado pode retornar tipos inesperados, conteúdo malicioso ou texto semelhante a instruções.

Onde a validação NÃO pertence:

  • Entre funções internas que compartilham contratos de tipo
  • Em funções utilitárias chamadas por código já validado
  • Em dados que acabaram de vir do seu próprio banco de dados

4. Prefira Adição em Vez de Modificação

Estenda interfaces sem quebrar consumidores existentes:

// Bom: Adicione campos opcionais
interface CreateTaskInput {
  title: string;
  description?: string;
  priority?: 'low' | 'medium' | 'high';  // Adicionado depois, opcional
  labels?: string[];                       // Adicionado depois, opcional
}

// Ruim: Altere tipos de campo existentes ou remova campos
interface CreateTaskInput {
  title: string;
  // description: string;  // Removido — quebra consumidores existentes
  priority: number;         // Alterado de string — quebra consumidores existentes
}

5. Nomenclatura Previsível

PadrãoConvençãoExemplo
Endpoints RESTSubstantivos no plural, sem verbosGET /api/tasks, POST /api/tasks
Parâmetros de consultacamelCase?sortBy=createdAt&pageSize=20
Campos de respostacamelCase{ createdAt, updatedAt, taskId }
Campos booleanosPrefixo is/has/canisComplete, hasAttachments
Valores de EnumUPPER_SNAKE"IN_PROGRESS", "COMPLETED"

6. Honrando uma Chave de Idempotência

Aceitar um cabeçalho Idempotency-Key é o contrato. Honrá-lo é a implementação, e é onde o dinheiro é perdido — uma chave que o servidor aceita mas lida descuidadamente é pior do que nenhuma chave, porque o cliente agora acredita que repetir é seguro.

Derive a chave da intenção, não da tentativa. A chave deve ser estável entre repetições de uma intenção e diferente entre intenções distintas:

crypto.randomUUID()                    // ✗ nova chave por tentativa — cada repetição é uma nova cobrança
`${userId}:${amount}`                  // ✗ duas cobranças legítimas de $50 colapsam em uma
`${orderId}:${Date.now()}`             // ✗ um timestamp é randomUUID() usando chapéu

req.headers['idempotency-key']         // ✓ cliente gera uma vez, reutiliza na repetição
`charge:v1:${orderId}`                 // ✓ derivado de um identificador imutável

A chave vem do cliente ou do evento iniciador — nunca da camada que está repetindo.

Reivindique atomicamente. Uma verificação seguida por uma ação é uma condição de corrida:

// ✗ TOCTOU: duas repetições simultâneas leem "não visto", ambas cobram
if (!(await db.exists(key))) {
  await chargeCard(amount);
  await db.insert(key);
}

// ✓ deixe a restrição única escolher o vencedor
try {
  await db.insert({ key, state: 'in_progress', requestHash });
} catch (e) {
  if (isUniqueViolation(e)) return replayOrReject(key);
  throw;
}
const result = await chargeCard(amount);
await db.update({ key, state: 'succeeded', response: result });

A restrição única é o mecanismo. Um armazenamento que não pode impor exclusividade em uma operação não pode suportar isso.

Proteja o payload. A mesma chave com um corpo diferente é um bug do cliente e deve falhar ruidosamente em vez de servir a primeira resposta para uma segunda solicitação:

if (existing.requestHash !== hash(req.body)) {
  return res.status(422).json({ error: 'chave de idempotência reutilizada com um payload diferente' });
}

Decida o que um duplicado em andamento recebe. A primeira solicitação ainda está em execução quando a segunda chega — o caso comum sob tempestades de repetição:

EstratégiaRespostaUse quando
Rejeitar409 ConflictCliente pode tentar novamente depois; mais simples e seguro
AguardarBloquear pelo resultado, limitadoChamador precisa dele de forma síncrona
Retornar pendente202 + URL de statusEfeitos de longa duração

Nunca deixe o segundo chamador passar porque o primeiro "parece travado". Uma tentativa paralisada cujo destino é desconhecido é exatamente quando duplicar custa mais.

Toda chamada tem três resultados, não dois: sucesso, falha e desconhecido. Um timeout não diz nada sobre se o efeito foi aplicado. Registre a intenção antes de chamar para fora, para que uma falha entre a chamada e a resposta deixe evidências de que algo deve ser resolvido depois — em vez de uma cobrança silenciosamente repetida.

Defina a retenção a partir da cadeia de repetição mais longa, não do custo do disco. As chaves devem sobreviver a todos os caminhos que podem reentregar a mesma intenção, incluindo uma fila de mensagens mortas reproduzida uma semana depois e qualquer janela de disputa do provedor. Um TTL de chave de 24 horas atrás de uma DLQ de 7 dias é um duplicado esperando para acontecer.

Padrões de API REST

Design de Recurso

GET    /api/tasks              → Listar tarefas (com parâmetros de consulta para filtragem)
POST   /api/tasks              → Criar uma tarefa
GET    /api/tasks/:id          → Obter uma única tarefa
PATCH  /api/tasks/:id          → Atualizar uma tarefa (parcial)
DELETE /api/tasks/:id          → Excluir uma tarefa

GET    /api/tasks/:id/comments → Listar comentários para uma tarefa (sub-recurso)
POST   /api/tasks/:id/comments → Adicionar um comentário a uma tarefa

Paginação

Paginar endpoints de lista:

// Solicitação
GET /api/tasks?page=1&pageSize=20&sortBy=createdAt&sortOrder=desc

// Resposta
{
  "data": [...],
  "pagination": {
    "page": 1,
    "pageSize": 20,
    "totalItems": 142,
    "totalPages": 8
  }
}

Filtragem

Use parâmetros de consulta para filtros:

GET /api/tasks?status=in_progress&assignee=user123&createdAfter=2025-01-01

Atualizações Parciais (PATCH)

Aceite objetos parciais — apenas atualize o que é fornecido:

// Apenas o título muda, todo o resto é preservado
PATCH /api/tasks/123
{ "title": "Título atualizado" }

Padrões de Interface TypeScript

Use Uniões Discriminadas para Variantes

// Bom: Cada variante é explícita
type TaskStatus =
  | { type: 'pending' }
  | { type: 'in_progress'; assignee: string; startedAt: Date }
  | { type: 'completed'; completedAt: Date; completedBy: string }
  | { type: 'cancelled'; reason: string; cancelledAt: Date };

// O consumidor obtém estreitamento de tipo
function getStatusLabel(status: TaskStatus): string {
  switch (status.type) {
    case 'pending': return 'Pendente';
    case 'in_progress': return `Em andamento (${status.assignee})`;
    case 'completed': return `Concluída em ${status.completedAt}`;
    case 'cancelled': return `Cancelada: ${status.reason}`;
  }
}

Separação Entrada/Saída

// Entrada: o que o chamador fornece
interface CreateTaskInput {
  title: string;
  description?: string;
}

// Saída: o que o sistema retorna (inclui campos gerados pelo servidor)
interface Task {
  id: string;
  title: string;
  description: string | null;
  createdAt: Date;
  updatedAt: Date;
  createdBy: string;
}

Use Tipos Marcados para IDs

type TaskId = string & { readonly __brand: 'TaskId' };
type UserId = string & { readonly __brand: 'UserId' };

// Impede passar acidentalmente um UserId onde um TaskId é esperado
function getTask(id: TaskId): Promise<Task> { ... }

Racionalizações Comuns

RacionalizaçãoRealidade
"Vamos documentar a API depois"Os tipos SÃO a documentação. Defina-os primeiro.
"Não precisamos de paginação por enquanto"Você vai precisar no momento em que alguém tiver mais de 100 itens. Adicione desde o início.
"PATCH é complicado, vamos usar PUT"PUT requer o objeto completo toda vez. PATCH é o que os clientes realmente querem.
"Vamos versionar a API quando precisarmos"Mudanças disruptivas sem versionamento quebram consumidores. Projete para extensão desde o início.
"Ninguém usa aquele comportamento não documentado"Lei de Hyrum: se é observável, alguém depende disso. Trate todo comportamento público como um compromisso.
"Podemos só manter duas versões"Múltiplas versões multiplicam custo de manutenção e criam problemas de dependência em diamante. Prefira a Regra da Versão Única.
"APIs internas não precisam de contratos"Consumidores internos ainda são consumidores. Contratos previnem acoplamento e permitem trabalho paralelo.
"Aceitar o cabeçalho Idempotency-Key é suficiente"O cabeçalho é o contrato; armazenar a chave contra o resultado é a implementação. Uma chave que você aceita mas não honra diz ao cliente que repetir é seguro quando não é.
"Nossa fila garante entrega exatamente uma vez"Nenhuma fila garante isso após uma falha do consumidor — o ack do broker e seu efeito colateral não estão em uma única transação. Projete para pelo menos uma vez com processamento idempotente.
"Solicitações duplicadas são raras"Elas são correlacionadas. Repetições aumentam exatamente quando uma dependência está degradada — o momento em que duplicatas são mais prováveis e mais caras.

Bandeiras Vermelhas

  • Endpoints que retornam formas diferentes dependendo das condições
  • Formatos de erro inconsistentes entre endpoints
  • Validação espalhada por todo o código interno em vez de nas fronteiras
  • Mudanças disruptivas em campos existentes (alterações de tipo, remoções)
  • Endpoints de lista sem paginação
  • Verbos em URLs REST (/api/createTask, /api/getUsers)
  • Respostas de API de terceiros usadas sem validação ou sanitização
  • Um SELECT para uma chave de idempotência seguido por um INSERT — isso é uma condição de corrida, não uma proteção
  • Uma chave de idempotência derivada de um UUID, timestamp ou qualquer outra coisa regenerada por tentativa
  • A mesma chave aceita com um corpo de solicitação diferente, retornando silenciosamente a primeira resposta
  • Uma janela de retenção de chave mais curta do que o caminho mais longo que pode reentregar a solicitação

Verificação

Após projetar uma API:

  • Todo endpoint tem schemas de entrada e saída tipados
  • Respostas de erro seguem um único formato consistente
  • Validação acontece apenas nas fronteiras do sistema
  • Endpoints de lista suportam paginação
  • Novos campos são aditivos e opcionais (compatíveis com versões anteriores)
  • A nomenclatura segue convenções consistentes em todos os endpoints
  • Documentação da API...

Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

addyosmani/agent-skills

Prepares production launches. Use when preparing to deploy to production, or when asking what needs to be in place before shipping. Use when you need a pre-launch checklist, when setting up monitoring, when planning a staged rollout, or when you need a rollback strategy.

addyosmani/agent-skills

Builds production-quality, accessible, responsive user-facing UIs. Use when building or modifying interfaces and pages, creating components, implementing layouts, meeting WCAG accessibility requirements, managing state, or when the output needs to look and feel production-quality rather than AI-generated.

addyosmani/browser-testing-with-devtools

Tests in real browsers via Chrome DevTools MCP. Use when building or debugging anything that runs in a browser. Use when you need to inspect the DOM, capture console errors, analyze network requests, profile performance, or verify visual output with real runtime data. Requires the chrome-devtools MCP server to be configured.

addyosmani/ci-cd-and-automation

Automates CI/CD pipeline setup. Use when setting up or modifying build and deployment pipelines. Use when you need to automate quality gates, configure test runners in CI, or establish deployment strategies.

addyosmani/code-review-and-quality

Conducts multi-axis code review. Use before merging any change. Use when reviewing code written by yourself, another agent, or a human. Use when you need to assess code quality across multiple dimensions before it enters the main branch.

addyosmani/code-simplification

Simplifies code for clarity. Use when refactoring code for clarity without changing behavior. Use when code works but is harder to read, maintain, or extend than it should be. Use when reviewing code that has accumulated unnecessary complexity.

addyosmani/constraint-driven-development

Establishes a project's quality bar as a written contract and stops agents quietly lowering it. Interviews the user on which dimensions matter, supplies sane default thresholds when they have no number in mind, records everything in CONSTRAINTS.md, and watches the diff for a weakened bar — new @ts-ignore or eslint-disable suppressions, skipped or deleted tests, assertions stripped out, unimplemented stubs, thresholds edited down. Use when no quality bar is written down, when the user says "set up constraints" or "define our standards", when the user wants dimensions they care about — accessibility, web performance, coverage — set up as enforced constraints, when an agent keeps silencing checks or skipping tests to get to green, when you need a coverage or performance threshold and don't know what number to pick, or when an agent writes more code than anyone will read.

addyosmani/debugging-and-error-recovery

Guides systematic root-cause debugging. Use when tests fail, builds break, behavior doesn't match expectations, or you encounter any unexpected error. Use when you need a systematic approach to finding and fixing the root cause rather than guessing.

addyosmani/deprecation-and-migration

Manages deprecation and migration. Use when removing old systems, APIs, or features. Use when migrating users from one implementation to another. Use when deciding whether to maintain or sunset existing code.

addyosmani/documentation-and-adrs

Records decisions and documentation. Use when making architectural decisions, changing public APIs, shipping features, or when you need to record context that future engineers and agents will need to understand the codebase.

addyosmani/doubt-driven-development

Subjects every non-trivial decision to a fresh-context adversarial review before it stands. Use when correctness matters more than speed, when working in unfamiliar code, when stakes are high (production, security-sensitive logic, irreversible operations), or any time a confident output would be cheaper to verify now than to debug later.

addyosmani/git-workflow-and-versioning

Structures git workflow practices. Use when making any code change. Use when committing, branching, resolving conflicts, or when you need to organize work across multiple parallel streams.

addyosmani/idea-refine

Refines raw ideas into sharp, actionable concepts through structured divergent and convergent thinking. Use when an idea is still vague, when you need to stress-test assumptions before committing to a plan, or when you want to expand options before converging on one. Triggers on "ideate", "refine this idea", or "stress-test my plan".

addyosmani/incremental-implementation

Delivers changes incrementally. Use when implementing any feature or change that touches more than one file. Use when you're about to write a large amount of code at once, or when a task feels too big to land in one step.

addyosmani/interview-me

Extracts what the user actually wants instead of what they think they should want. Achieves this through one-question-at-a-time interview until ~95% confidence about the underlying intent. Use when an ask is underspecified ("build me X" without "for whom" or "why now"), when the user explicitly invokes ("interview me", "grill me", "are we sure?", "stress-test my thinking"), or when you catch yourself silently filling in ambiguous requirements before any plan, spec, or code exists.

addyosmani/observability-and-instrumentation

Instruments code so production behavior is visible and diagnosable. Use when adding logging, metrics, tracing, or alerting. Use when shipping any feature that runs in production and you need evidence it works. Use when production issues are reported but you can't tell what happened from the available data.

addyosmani/performance-optimization

Optimizes application performance. Use when performance requirements exist, when you suspect performance regressions, or when Core Web Vitals or load times need improvement. Use when profiling reveals bottlenecks that need fixing.

addyosmani/planning-and-task-breakdown

Breaks work into ordered tasks. Use when you have a spec or clear requirements and need to break work into implementable tasks. Use when a task feels too large to start, when you need to estimate scope, or when parallel work is possible.

addyosmani/security-and-hardening

Hardens code against vulnerabilities. Use when handling user input, authentication, data storage, or external integrations. Use when building any feature that accepts untrusted data, manages user sessions, or interacts with third-party services.

addyosmani/source-driven-development

Grounds every implementation decision in official documentation. Use when you want authoritative, source-cited code free from outdated patterns. Use when building with any framework or library where correctness matters.

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