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scikit-bio

Kit de ferramentas para dados biológicos. Análise de sequências, alinhamentos, árvores filogenéticas, métricas de diversidade (alfa/beta, UniFrac), ordenação (PCoA), PERMANOVA, I/O de FASTA/Newick, para análise de microbioma.

O que é scikit-bio?

scikit-bio é uma biblioteca Python abrangente para trabalhar com dados biológicos, especialmente em bioinformática e ecologia microbiana. Ela oferece módulos robustos para manipulação de sequências biológicas (DNA, RNA, proteínas) com classes especializadas que validam o alfabeto e suportam formatos como FASTA, FASTQ e GenBank. Para alinhamentos, a biblioteca fornece um mecanismo versátil de programação dinâmica (`pair_align`) que permite alinhamentos globais, locais e semi-globais com pontuações configuráveis por similaridade e penalidades de gap. Além disso, scikit-bio é amplamente utilizada em análises de diversidade, oferecendo métricas alfa (Shannon, Chao1, PD de Faith) e beta (Bray-Curtis, Jaccard, UniFrac), bem como métodos de ordenação (PCoA, CCA, RDA) e testes estatísticos como PERMANOVA e ANOSIM para avaliar diferenças entre grupos. A ferramenta também suporta a criação e manipulação de árvores filogenéticas a partir de matrizes de distância, visualização ASCII e mais de 19 formatos de arquivo biológicos. É suportada em todas as plataformas que executam Python (Windows, macOS, Linux).

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/K-Dense-AI/scientific-agent-skills/tree/main/skills/scikit-bio

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Documentação

O que scikit-bio faz?

Visão Geral

scikit-bio é uma biblioteca Python abrangente para trabalhar com dados biológicos. Aplique esta habilidade para análises de bioinformática que abrangem manipulação de sequências, alinhamento, filogenética, ecologia microbiana e estatística multivariada.

Quando Usar Esta Habilidade

Esta habilidade deve ser usada quando o usuário:

  • Trabalha com sequências biológicas (DNA, RNA, proteína)
  • Precisa ler/escrever formatos de arquivo biológicos (FASTA, FASTQ, GenBank, Newick, BIOM, etc.)
  • Realiza alinhamentos de sequências ou busca por motivos
  • Constrói ou analisa árvores filogenéticas
  • Calcula métricas de diversidade (diversidade alfa/beta, distâncias UniFrac)
  • Realiza análises de ordenação (PCoA, CCA, RDA)
  • Executa testes estatísticos em dados biológicos/ecológicos (PERMANOVA, ANOSIM, Mantel)
  • Analisa dados de microbioma ou ecologia de comunidades
  • Trabalha com embeddings de proteínas de modelos de linguagem
  • Precisa manipular tabelas de dados biológicos

Capacidades Principais

1. Manipulação de Sequências

Trabalhe com sequências biológicas usando classes especializadas para dados de DNA, RNA e proteínas.

Operações principais:

  • Ler/escrever sequências dos formatos FASTA, FASTQ, GenBank, EMBL
  • Fatiamento, concatenação e busca de sequências
  • Complemento reverso, transcrição (DNA→RNA) e tradução (RNA→proteína)
  • Encontrar motivos e padrões usando regex
  • Calcular distâncias (Hamming, baseada em k-mer)
  • Manipular escores de qualidade e metadados de sequências

Padrões comuns:

import skbio

# Ler sequências de arquivo
seq = skbio.DNA.read('input.fasta')

# Operações com sequências
rc = seq.reverse_complement()
rna = seq.transcribe()
protein = rna.translate()

# Encontrar motivos
motif_positions = seq.find_with_regex('ATG[ACGT]{3}')

# Verificar propriedades
has_degens = seq.has_degenerates()
seq_no_gaps = seq.degap()

Notas importantes:

  • Use as classes DNA, RNA, Protein para sequências com gramática e validação
  • Use a classe Sequence para sequências genéricas sem restrições de alfabeto
  • Escores de qualidade são carregados automaticamente de arquivos FASTQ nos metadados posicionais
  • Tipos de metadados: nível de sequência (ID, descrição), posicional (por base), intervalo (regiões/características)

2. Alinhamento de Sequências

Realize alinhamentos de sequências pareados e múltiplos usando o mecanismo pair_align (introduzido no scikit-bio 0.7.0), um alinhador versátil e eficiente de programação dinâmica.

Capacidades principais:

  • Alinhamento global, local e semi-global (extremidades livres configuráveis) em uma única função
  • Wrappers de conveniência pair_align_nucl (similar a BLASTN) e pair_align_prot (similar a BLASTP)
  • Pontuação configurável: tupla de correspondência/discordância ou matriz de substituição nomeada; penalidades de gap lineares ou afins
  • Resultados de PairAlignPath fornecem strings CIGAR e convertem para sequências alinhadas
  • Armazenamento e manipulação de alinhamentos múltiplos com TabularMSA

Padrões comuns:

from skbio import DNA, Protein
from skbio.alignment import pair_align_nucl, pair_align_prot, pair_align, TabularMSA

# Alinhamento de nucleotídeos com padrões BLASTN
seq1, seq2 = DNA('ACTACCAGATTACTTACGGATCAGG'), DNA('CGAAACTACTAGATTACGGATCTTA')
aln = pair_align_nucl(seq1, seq2)
aln.score                                  # pontuação do alinhamento (float)
path = aln.paths[0]                        # PairAlignPath (repr mostra CIGAR)
aligned_seqs = path.to_aligned((seq1, seq2))  # lista de strings com gaps

# Construir um TabularMSA a partir do caminho do alinhamento + sequências originais
msa = TabularMSA.from_path_seqs(path, (seq1, seq2))

# Personalizar o algoritmo via pair_align (modo padrão='global')
aln = pair_align(seq1, seq2, mode='local')                       # Smith-Waterman
aln = pair_align(seq1, seq2, sub_score=(2, -3), gap_cost=(5, 2)) # gaps afins
aln = pair_align(seq1, seq2, sub_score='NUC.4.4', gap_cost=3)    # matriz de substituição, gap linear

# Alinhamento de proteínas (tipo BLASTP, BLOSUM62)
aln = pair_align_prot(Protein('HEAGAWGHEE'), Protein('PAWHEAE'))

# Ler um alinhamento múltiplo de arquivo e resumir
msa = TabularMSA.read('alignment.fasta', constructor=DNA)
consensus = msa.consensus()

Notas importantes:

  • pair_align substitui o wrapper SSW removido (local_pairwise_align_ssw, StripedSmithWaterman) e os alinhadores Python puros obsoletos (global_pairwise_align, local_pairwise_align_nucleotide, etc.)
  • O resultado é um PairAlignResult que também pode ser desempacotado como score, paths, matrices (use keep_matrices=True para manter a matriz DP)
  • sub_score aceita uma tupla (match, mismatch) ou um nome de matriz (e.g., 'NUC.4.4', 'BLOSUM62'); gap_cost aceita um único número (linear) ou uma tupla (open, extend) (afim)
  • Analise strings CIGAR externas com PairAlignPath.from_cigar('1I8M2D5M2I'); pontue um alinhamento existente com align_score(...) e construa uma matriz de distância a partir de um MSA com align_dists(...)

3. Árvores Filogenéticas

Construa, manipule e analise árvores filogenéticas representando relações evolutivas.

Capacidades principais:

  • Construção de árvores a partir de matrizes de distância (UPGMA/WPGMA, Neighbor Joining, GME, BME)
  • Rearranjo de árvores com nearest neighbor interchange (nni)
  • Manipulação de árvores (poda, reroot, travessia)
  • Cálculo de distâncias (patrística via cophenet, Robinson-Foulds via compare_rfd)
  • Visualização ASCII
  • I/O no formato Newick

Padrões comuns:

from skbio import TreeNode
from skbio.tree import nj, upgma, gme, bme, rf_dists

# Ler árvore de arquivo
tree = TreeNode.read('tree.nwk')

# Construir árvore a partir de matriz de distância
tree = nj(distance_matrix)

# Operações com árvores
subtree = tree.shear(['taxon1', 'taxon2', 'taxon3'])
tips = [node for node in tree.tips()]
lca = tree.lca(['taxon1', 'taxon2'])

# Calcular distâncias
patristic_dist = tree.find('taxon1').distance(tree.find('taxon2'))
cophenetic_dm = tree.cophenet()           # matriz de distância patrística entre folhas

# Comparar duas árvores (Robinson-Foulds)
rf_distance = tree.compare_rfd(other_tree)
# Distâncias RF pareadas entre muitas árvores -> DistanceMatrix
rf_dm = rf_dists([tree, other_tree, third_tree])

Notas importantes:

  • Use nj() para neighbor joining (método filogenético clássico)
  • Use upgma() para UPGMA/WPGMA (assume relógio molecular)
  • GME e BME são altamente escaláveis para árvores grandes; refine a topologia com nni()
  • cophenet() (anteriormente tip_tip_distances) retorna a matriz de distância patrística; compare_rfd() é o método Robinson-Foulds (use compare_wrfd/compare_cophenet para variantes ponderadas/cophenticas)
  • lca() é o ancestral comum mais baixo; lowest_common_ancestor permanece como um alias
  • Árvores podem ser enraizadas ou não enraizadas; algumas métricas requerem um enraizamento específico

4. Análise de Diversidade

Calcule métricas de diversidade alfa e beta para ecologia microbiana e análise de comunidades.

Capacidades principais:

  • Diversidade alfa: riqueza (sobs, observed_features, chao1, ace), Shannon, Simpson, números de Hill (hill), PD de Faith (faith_pd), PD generalizado (phydiv), uniformidade de Pielou
  • Diversidade beta: Bray-Curtis, Jaccard, UniFrac ponderado/não-ponderado, distâncias Euclidianas
  • Métricas de diversidade filogenética (requerem entrada de árvore)
  • Rarefação e subamostragem
  • Integração com ordenação e testes estatísticos

Padrões comuns:

from skbio.diversity import alpha_diversity, beta_diversity

# Diversidade alfa (métricas filogenéticas usam taxa= para mapeamento de nomes de folhas)
alpha = alpha_diversity('shannon', counts_matrix, ids=sample_ids)
faith_pd = alpha_diversity('faith_pd', counts_matrix, ids=sample_ids,
                           tree=tree, taxa=feature_ids)

# Diversidade beta
bc_dm = beta_diversity('braycurtis', counts_matrix, ids=sample_ids)
unifrac_dm = beta_diversity('unweighted_unifrac', counts_matrix,
                            ids=sample_ids, tree=tree, taxa=feature_ids)

# Obter métricas disponíveis
from skbio.diversity import get_alpha_diversity_metrics
print(get_alpha_diversity_metrics())

Notas importantes:

  • As contagens devem ser inteiros representando abundâncias, não frequências relativas
  • O argumento da métrica filogenética é taxa= (renomeado de otu_ids na versão 0.6.0; o nome antigo é um alias obsoleto); observed_otus agora é observed_features (ou sobs)
  • counts_matrix pode ser qualquer entrada do tipo tabela (array NumPy, DataFrame pandas/polars, tabela BIOM ou AnnData) através do sistema de despacho
  • Métricas filogenéticas (PD de Faith, UniFrac) requerem uma árvore e mapeamento de taxa para folha
  • Use partial_beta_diversity() para pares de amostra específicos, ou block_beta_diversity() para cálculos grandes decompostos em blocos
  • Diversidade alfa retorna um pandas.Series, diversidade beta retorna um DistanceMatrix

5. Métodos de Ordenação

Reduza dados biológicos de alta dimensionalidade para espaços visíveis de menor dimensionalidade.

Capacidades principais:

  • PCoA (Análise de Coordenadas Principais) a partir de matrizes de distância
  • CA (Análise de Correspondência) para tabelas de contingência
  • CCA (Análise de Correspondência Canônica) com restrições ambientais
  • RDA (Análise de Redundância) para relações lineares
  • Projeção de biplot para interpretação de características

Padrões comuns:

from skbio.stats.ordination import pcoa, cca
import skbio

# PCoA a partir de matriz de distância (limitar dimensões para matrizes grandes)
pcoa_results = pcoa(distance_matrix, dimensions=3)
pc1 = pcoa_results.samples['PC1']
pc2 = pcoa_results.samples['PC2']

# Gráfico de dispersão embutido colorido por uma coluna de metadados
fig = pcoa_results.plot(sample_metadata, column='bodysite')

# CCA com variáveis ambientais
cca_results = cca(species_matrix, environmental_matrix)

# Salvar/carregar resultados de ordenação
pcoa_results.write('ordination.txt')
results = skbio.OrdinationResults.read('ordination.txt')

Notas importantes:

  • PCoA funciona com qualquer matriz de distância/dissimilaridade; passe dimensions como um int (contagem) ou um float em (0, 1] (fração da variância cumulativa a ser retida)
  • OrdinationResults expõe atributos baseados em pandas: samples, features, eigvals, proportion_explained, biplot_scores, sample_constraints
  • CCA revela os direcionadores ambientais da composição da comunidade
  • OrdinationResults.plot() produz uma figura matplotlib; os resultados também integram com seaborn/plotly

6. Testes Estatísticos

Execute testes de hipótese específicos para dados ecológicos e biológicos.

Capacidades principais:

  • PERMANOVA: teste diferenças de grupos usando matrizes de distância
  • ANOSIM: teste alternativo para diferenças de grupos
  • PERMDISP: teste homogeneidade das dispersões dos grupos
  • Teste de Mantel: correlação entre matrizes de distância
  • Bioenv: encontre variáveis ambientais correlacionadas com distâncias
  • Abundância diferencial: ancom, dirmult_ttest, e dirmult_lme (efeitos mistos longitudinais) em skbio.stats.composition

Padrões comuns:

from skbio.stats.distance import permanova, anosim, mantel

# Testar se os grupos diferem significativamente
permanova_results = permanova(distance_matrix, grouping, permutations=999)
print(f"p-valor: {permanova_results['p-value']}")

# Teste ANOSIM
anosim_results = anosim(distance_matrix, grouping, permutations=999)

# Teste de Mantel entre duas matrizes de distância
mantel_results = mantel(dm1, dm2, method='pearson', permutations=999)
print(f"Correlação: {mantel_results[0]}, p-valor: {mantel_results[1]}")

# Abundância diferencial em uma tabela de características (contagens brutas recomendadas)
from skbio.stats.composition import dirmult_ttest
da = dirmult_ttest(counts_table, grouping, treatment='caseA', reference='control')

Notas importantes:

  • Testes de permutação fornecem testes de significância não paramétricos
  • Use 999+ permutações para p-valores robustos
  • PERMANOVA é sensível a diferenças de dispersão; combine com PERMDISP
  • Testes de Mantel avaliam correlação entre matrizes (e.g., distância geográfica vs genética)
  • Forneça testes de abundância diferencial com contagens brutas, não proporções pré-normalizadas, para preservar informações de magnitude

7. I/O de Arquivo e Conversão de Formato

Leia e escreva 19+ formatos de arquivo biológicos com detecção automática de formato.

Formatos suportados:

  • Sequências: FASTA, FASTQ, GenBank, EMBL, QSeq
  • Alinhamentos: Clustal, PHYLIP, Stockholm
  • Árvores: Newick
  • Tabelas: BIOM (HDF5 e JSON)
  • Distâncias: matrizes quadradas delimitadas
  • Análise: BLAST+6/7, GFF3, resultados de ordenação
  • Metadados: TSV/CSV com validação

Padrões comuns:

import skbio

# Ler com detecção automática de formato
seq = skbio.DNA.read('file.fasta', format='fasta')
tree = skbio.TreeNode.read('tree.nwk')

# Escrever para arquivo
seq.write('output.fasta', format='fasta')

# Gerador para arquivos grandes (eficiente em memória)
for seq in skbio.io.read('large.fasta', format='fasta', constructor=skbio.DNA):
    process(seq)

# Converter formatos
seqs = list(skbio.io.read('input.fastq', format='fastq', constructor=skbio.DNA))
skbio.io.write(seqs, format='fasta', into='output.fasta')

Notas importantes:

  • Use geradores para arquivos grandes para evitar problemas de memória
  • O formato pode ser detectado automaticamente quando o parâmetro into é especificado
  • Alguns objetos podem ser escritos em vários formatos
  • Suporte para pipe de stdin/stdout com verify=False

8. Matrizes de Distância

Crie e manipule matrizes de distância/dissimilaridade com métodos estatísticos.

Capacidades principais:

  • Armazenar dados simétricos (DistanceMatrix, diagonal oca) ou gerais pareados (PairwiseMatrix)
  • Indexação e fatiamento baseados em IDs
  • Integração com diversidade, ordenação e testes estatísticos
  • Ler/escrever formato de texto delimitado

Padrões comuns:

from skbio import DistanceMatrix
import numpy as np

# Criar a partir de array
data = np.array([[0, 1, 2], [1, 0, 3], [2, 3, 0]])
dm = DistanceMatrix(data, ids=['A', 'B', 'C'])

# Acessar distâncias
dist_ab = dm['A', 'B']
row_a = dm['A']

# Ler de arquivo
dm = DistanceMatrix.read('distances.txt')

# Usar em análises downstream
pcoa_results = pcoa(dm)
permanova_results = permanova(dm, grouping)

Notas importantes:

  • DistanceMatrix impõe simetria e uma diagonal zero (oca); é uma subclasse de SymmetricMatrix
  • PairwiseMatrix (renomeado de DissimilarityMatrix, que é mantido como um alias obsoleto) permite valores gerais/assimétricos
  • IDs permitem integração com metadados e conhecimento biológico

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Individual skills in this repo

This repo contains 20 individual skills — each has its own dedicated page.

adaptyv

How to use the Adaptyv Bio Foundry API and Python SDK for protein experiment design, submission, and results retrieval. Use this skill whenever the user mentions Adaptyv, Foundry API, protein binding assays, protein screening experiments, BLI/SPR assays, thermostability assays, or wants to submit protein sequences for experimental characterization. Also trigger when code imports `adaptyv`, `adaptyv_sdk`, or `FoundryClient`, or references `foundry-api-public.adaptyvbio.com`.

aeon

This skill should be used for time series machine learning tasks including classification, regression, clustering, forecasting, anomaly detection, segmentation, and similarity search. Use when working with temporal data, sequential patterns, or time-indexed observations requiring specialized algorithms beyond standard ML approaches. Particularly suited for univariate and multivariate time series analysis with scikit-learn compatible APIs.

alphagenome

Look up precomputed AlphaGenome Atlas effects for any GRCh38 single-nucleotide variant (AVI score with Phred and 18 SHAP feature attributions, plus raw and quantile scores for RNA-seq, DNase, ATAC, ChIP-TF, ChIP-histone, CAGE, PRO-cap, splicing, polyadenylation and contact-map tracks), score variants or scan windows on demand with the AlphaGenome model for human and mouse (variant scoring, in silico mutagenesis, REF-versus-ALT track prediction), and build Atlas website deep links. Use when the user mentions AlphaGenome, AlphaGenome Atlas, AVI or AlphaGenome Variant Impact, DeepMind variant effect prediction, or wants to prioritise or mechanistically interpret non-coding, regulatory, splicing, enhancer, promoter, or chromatin-accessibility effects of SNVs from a VCF, credible set, or region. Research use only; not a clinical tool.

analytical-method-validation

Plan, execute, and document validation, verification, and transfer of analytical procedures under the governing framework - ICH Q2(R2) and Q14, USP <1220>/<1225>/<1226>, ICH M10 bioanalytical, CLSI EP, or ISO/IEC 17025. Use for HPLC, LC-MS/MS, GC, CE, ICP-MS, dissolution, qNMR, qPCR, NIR, and ligand binding or cell-based assays whenever the question is whether a procedure is fit for its intended purpose. Triggers include

anndata

Data structure for annotated matrices in single-cell analysis. Use when working with .h5ad files or integrating with the scverse ecosystem. This is the data format skill—for analysis workflows use scanpy; for probabilistic models use scvi-tools; for population-scale queries use cellxgene-census.

arbor

Autonomously improve a real artifact (code, training recipe, agent harness, data pipeline, prompt) against an objective and an evaluator, using Hypothesis Tree Refinement (HTR) from the Arbor paper. Use this whenever someone wants to iteratively optimize something over many experiments without overfitting — e.g.

arboreto

Infer gene regulatory networks (GRNs) from gene expression data using scalable algorithms (GRNBoost2, GENIE3). Use when analyzing transcriptomics data (bulk RNA-seq, single-cell RNA-seq) to identify transcription factor-target gene relationships and regulatory interactions. Supports distributed computation for large-scale datasets.

astropy

Core Python library for astronomy and astrophysics workflows that need Astropy APIs, including units/quantities, coordinates, FITS I/O, tables, time systems, WCS, and cosmology. Use when implementing or debugging astronomical data analysis code with Astropy.

autoskill

Observe the user

benchling-integration

Benchling Python SDK and REST API integration for registry entities, inventory, ELN entries, workflows, Benchling Apps, and Data Warehouse queries. Use when automating lab data with benchling-sdk or the v2 API.

bgpt-paper-search

Search scientific papers and retrieve structured experimental data extracted from full-text studies via the BGPT MCP server. Returns 25+ fields per paper including methods, results, sample sizes, quality scores, and conclusions. Use for literature reviews, evidence synthesis, and finding experimental details not available in abstracts alone.

bids

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biopython

Comprehensive molecular biology toolkit. Use for sequence manipulation, file parsing (FASTA/GenBank/PDB), phylogenetics, and programmatic NCBI/PubMed access (Bio.Entrez). Best for batch processing, custom bioinformatics pipelines, BLAST automation. For quick lookups use gget; for multi-service integration use bioservices.

bioservices

Unified Python interface to 40+ bioinformatics services. Use when querying multiple databases (UniProt, KEGG, ChEMBL, Reactome) in a single workflow with consistent API. Best for cross-database analysis, ID mapping across services. For quick single-database lookups use gget; for sequence/file manipulation use biopython.

bulk-rnaseq

End-to-end bulk RNA-seq orchestrator — takes raw FASTQ reads through QC and trimming (FastQC, fastp/Trim Galore), alignment and quantification (STAR, Salmon, featureCounts), assembles a gene-level counts matrix, then hands off to differential expression (pydeseq2), pathway/GSEA enrichment (pathway-enrichment), and publication figures (scientific-visualization). Use whenever the user has bulk RNA-seq reads or quant output and wants a complete, reproducible differential-expression workflow — e.g.

cellxgene-census

Query the CZ CELLxGENE Census programmatically for versioned public single-cell and spatial transcriptomics data. Use when you need population-scale cell metadata, gene expression slices, Census summary counts, source H5AD URIs/downloads, embeddings, spatial Census data, or reference atlas comparisons across organisms, tissues, diseases, assays, and cell types. For analyzing your own local single-cell data use scanpy, anndata, or scvi-tools.

cirq

Google quantum computing framework. Use when targeting Google Quantum AI hardware, designing noise-aware circuits, or running quantum characterization experiments. Best for Google hardware, noise modeling, and low-level circuit design. For IBM hardware use qiskit; for quantum ML with autodiff use pennylane; for physics simulations use qutip.

citation-management

Comprehensive citation management for academic research. Search OpenAlex, PubMed, and Google Scholar for papers, extract accurate metadata, validate citations, and generate properly formatted BibTeX entries. This skill should be used when you need to find papers, verify citation information, convert DOIs to BibTeX, or ensure reference accuracy in scientific writing.

clinical-decision-support

Prepare and validate research-only clinical decision-support evaluation, evidence-profile, cohort, survival, biomarker/model, privacy, and governance artifacts. Use for aggregate or synthetic research documentation and traceability—not patient care or live clinical operation.

clinical-reports

Create safety-bounded draft structures and run local deterministic checks for clinical case, diagnostic, trial, safety, and aggregate research reports. Use only with synthetic, de-identified, or aggregate inputs and verified source-fact manifests; every output requires qualified review.

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