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mandasTeam/frontend-autoral

Use ao criar, redesenhar ou revisar sites, landing pages, telas de app, dashboards ou componentes de interface (HTML/CSS, React, Next, Vue, Angular, Tailwind), e ao criar logo, ícone de app ou favicon de um projeto. Define uma direção de arte própria para cada projeto a partir do assunto, aplica as leis de UX, acessibilidade e o padrão de animação de Emil Kowalski, mede o resultado num navegador real contra uma lista de clichês de interface gerada por IA e corrige olhando screenshots. Use também quando o pedido for "deixar mais bonito", "melhorar o visual", "fazer uma tela", "página inicial", "portfólio", "UI/UX", "animação", "logo" ou "ícone", mesmo sem citar design.

O que é frontend-autoral?

Esta skill, 'Frontend Autoral', resolve o problema de sites gerados por IA que parecem genéricos e sem personalidade. Ela estabelece uma direção de arte única para cada projeto, baseada no assunto e no inventário do cliente, antes mesmo de escrever qualquer código. A skill integra quatro fontes principais: 'taste-skill' (para direção de arte e inspeção visual), 'Emil Kowalski' (para animações com função e propósito), as Leis de UX (para garantir usabilidade) e um processo de design de logo. O fluxo de trabalho é rigoroso: começa com o entendimento do assunto, passa pela escrita de uma direção de arte detalhada em um arquivo DESIGN.md, pela criação de conteúdo autêntico, pela construção sem animação, pela medição e correção visual usando um navegador real, e finalmente pela adição de movimento apenas com função. A skill é compatível com qualquer stack (HTML/CSS, React, Next.js, Vue, Angular, Tailwind) e suporta a criação e revisão de páginas, telas de app, componentes, logos e ícones. O resultado é uma interface funcional, testada e com identidade visual própria, que foge dos clichês comuns de IA.

Funciona com~Claude Code~Codex CLI~Cursor
npx skills add https://github.com/mandasTeam/frontend-autoral/tree/main/skills/frontend-autoral

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Documentação

Frontend Autoral

Responda em pt-BR, direto. Entregue interface funcionando e conferida na tela, não rascunho.

O problema que esta skill resolve: sites gerados por IA saem parecidos entre si porque nascem de um plano vago, sem conteúdo real, e ninguém olha o resultado. Aqui cada projeto ganha uma direção de arte escrita antes do código, derivada do assunto; é medido num navegador real e só é entregue depois de visto renderizado e comparado com a lista de clichês.

Juntam-se aqui quatro fontes, já reconciliadas:

  • taste-skill (leonxlnx): inventário do assunto, argumento, sorteio de composições estudadas em 247 sites premiados, frase da ideia, coisa viva, imagens de acervos abertos, lint e inspetor em navegador real, crítica em passadas com tetos de nota. Ferramentas em vendor/taste-skill/.
  • Emil Kowalski (emilkowalski/skills): decisão de animação, curvas, durações, física, sensação de app no celular, dados de pior caso, revisão em tabela Antes/Depois.
  • Leis de UX (lawsofux.com): as 30 leis como perguntas que se conferem na tela.
  • logo-design (kaankiziltug): processo de logo, ícone de app e favicon, com auditoria de SVG e exportação do conjunto web. Ferramentas em vendor/logo-design/.

Quando as fontes discordam: o pedido atual > "Gosto do Igor" e references/cliches.md > este arquivo > references/movimento.md (manda sobre movimento) > as referências em inglês de vendor/. Em especial: aqui movimento é só com função, sem cota de elementos animados e sem entrada em cada seção; cenas de rolagem do sorteio só entram se o usuário pedir.

<skill> nos comandos é a pasta desta skill. Os scripts precisam de Node 22+ (lint: 18+) e de um Chrome, Edge ou Chromium (o do Playwright serve; scripts/achar-chrome.mjs acha sozinho). Os de ícone, de Python 3 (no Windows, python).

Quando usar

  • Criar site, landing page, portfólio, página institucional, tela de app, dashboard, formulário.
  • Redesenhar ou "deixar mais bonita" uma interface existente.
  • Revisar UI/UX de uma tela: hierarquia, acessibilidade, estados, copy, responsividade, animação.
  • Criar um componente com identidade (não só funcional) para um produto.
  • Criar logo, símbolo, ícone de app ou favicon de um projeto, ou gerar as variantes de um logo existente.

Não use para: README e arte de perfil do GitHub (skill readme-designer), gráficos e visualização de dados (skill dataviz), decks e documentos.

Escolher o modo

  • Criar página (site, landing, portfólio; projeto novo ou redesenho completo): fluxo inteiro.
  • Tela de app (dashboard, admin, configurações, inbox, lista com filtros, editor): leia vendor/taste-skill/references/app-screens.md inteiro antes de começar. Ele tem a própria sequência, o próprio sorteio (draw.mjs --app --kind <tipo>) e regras próprias (bordas discretas, rótulos pequenos e painéis repetidos são normais ali; gradiente, brilho, ícone em quadrado colorido, gráfico arco-íris e número de vaidade inventado não). Use o fluxo abaixo com --app no portão; a coisa viva e o piso de imagens não se aplicam. Página de produto que mostra o app é página; os fragmentos do app dentro dela seguem as regras de app e levam data-ui.
  • Evoluir (já existe sistema visual, DESIGN.md, BRAND.md, tokens, tema Tailwind, biblioteca de componentes): a direção existente manda. Leia antes, reaproveite tokens e componentes, e só proponha mudança de identidade se o usuário pedir. Pule o sorteio (ou use --keep palette,type para tirar só composição), mas passe o portão e a lista de clichês.
  • Revisar (auditoria, "o que está ruim aqui?", "revisa as animações"): passos 1 e 5 apenas, no estado atual. Achados numa tabela Onde | Antes | Depois | Por quê agrupada por gravidade, sem preâmbulo (references/revisao.md §11).
  • Ajuste pontual ("mais ousado", "mais calmo", "troca a fonte", "anima isso"): mude só o que foi pedido, dentro da direção existente. Ver "Ajustes" em references/oficio.md e, para animação, references/movimento.md.
  • Ícone ou logo (logo, marca, ícone de app, favicon): references/icones.md. Em todo projeto de site ou app, o modo leve de lá roda no passo 4 para o projeto sair com ícone próprio.

Fluxo

Cada passo só termina quando o critério de pronto estiver cumprido.

  1. Entender o assunto. Leia o pedido e o código existente. Responda para si, em uma linha cada: o que é o produto, para quem é, qual a tarefa principal, se é página ou tela de app, que conteúdo real existe (textos, imagens, dados, logo, marca) e que imagem existe de verdade. Feche o inventário de 8 a 12 coisas que só este cliente tem (references/direcao.md §1). Se faltar o essencial (o que é o produto ou para quem), faça uma rodada de até 4 perguntas em lote. Se só faltar gosto, decida e diga o que decidiu.

    • Pronto quando produto, público, tarefa, tipo, inventário e inventário de imagens estiverem claros, e as lacunas tiverem resposta ou decisão registrada.
  2. Escrever a direção de arte antes de qualquer CSS, em DESIGN.md na raiz do projeto (modelo em assets/DESIGN.template.md; num arquivo só, no topo da resposta). Método em references/direcao.md:

    • o argumento: a página como afirmações com prova, uma por seção; seção sem afirmação sai;
    • o sorteio de composição (vendor/taste-skill/scripts/draw.mjs ... --options 3), recomendado para páginas: escolha a opção que carrega algo do inventário, não a mais familiar, e filtre a paleta e o tipo pelo assunto e pelos clichês;
    • conceito em uma frase de cena, listas "parece / não parece";
    • a frase da ideia ("Nesta página, [algo do inventário] vira [o recurso]"), o teste do concorrente e a coisa viva (uma interação feita da ideia, com conteúdo real);
    • assinatura; paleta de 4 a 6 cores nomeadas com papel e contraste; 1 ou 2 famílias com escala de até 5 tamanhos; grade com margens iguais, ritmo e regra de forma; regra de movimento; fonte das imagens; de onde sai o ícone;
    • wireframe em ASCII de cada seção, vizinhas com formas diferentes.

    Depois rode o teste de troca: "se eu trocasse o nome do produto, esta direção serviria para um concorrente qualquer?" Se sim, revise e diga o que mudou. Confira contra references/cliches.md, incluindo o §11 (tirar clichê não pode deixar só vazio).

    • Pronto quando cada escolha tiver um motivo ligado ao produto, ao público ou ao conteúdo, a frase da ideia passar no teste do concorrente e nenhum item cair num clichê sem justificativa.
  3. Escrever o conteúdo como roteiro de texto puro antes do markup, com references/copy.md: títulos que cabem em duas linhas em toda largura (faça a conta), a frase de apoio logo abaixo, uma ação principal com verbo e objeto, cada seção com o conteúdo completo. Onde faltar prova (número, depoimento, cliente, avaliação), use marcador visível como [depoimento real aqui] em vez de inventar; onde faltar só detalhe de conteúdo (nome de prato, de quarto), use amostra plausível e liste para confirmar.

    • Pronto quando nenhum texto pudesse estar no site de outra empresa, nenhuma prova for inventada e as amostras estiverem listadas.
  4. Construir, parado. Com o movimento desligado na cabeça: página que precisa de animação para parecer pronta não está pronta. Ordem: tokens (cor, tipo, espaço, forma, curvas), o hero exatamente como desenhado no desktop e no celular, cada seção pelo seu wireframe levando a ideia até preço, FAQ e rodapé, imagens (references/imagens.md: próprias, geradas, acervos abertos com assets.mjs, desenhadas do assunto), a coisa viva, a moldura (margens iguais, título em toda seção, nenhum trecho vazio), estados e semântica, favicon e ícones (references/icones.md, modo leve). Siga references/oficio.md, references/ux.md e references/leis-ux.md. vendor/taste-skill/assets/base.css é uma base neutra opcional.

    • Use a stack que o projeto já tem. Sem dependência visual nova sem motivo funcional.
    • Pronto quando a página rodar sem erro de console, sem rolagem horizontal no celular, com todos os estados relevantes (hover, focus-visible, active, disabled, loading, erro, vazio), dados de pior caso testados (references/ux.md §9) e ícone próprio no lugar.
  5. Medir, olhar, corrigir. Rode o portão: node <skill>/scripts/inspecionar.mjs <url-ou-index.html> --src <pasta-do-código> (com --app em tela de app). Ele roda o lint e o inspetor em 1440, 768 e 390 px e salva screenshots em .taste-skill/inspect/. Corrija toda FAIL. Depois abra todas as screenshots e critique com references/revisao.md: teste de IA, 15 passadas, rubrica com tetos, crítica escrita no formato da rodada. Corrija os 3 problemas mais graves, meça e olhe de novo; no máximo 3 rodadas.

    • Pronto quando houver 0 FAIL, nota média ≥ 8, nenhum critério < 7 e a lista de problemas vazia. Se não der para chegar lá, diga o que ficou pendente e a nota real.
  6. Mover, só com função. Agora o movimento, decidido por references/movimento.md: frequência (ação de teclado e coisa vista o dia todo não animam), propósito, curva (ease-out forte, nunca ease-in), duração (< 300 ms em interface), pressão (scale(0.97)), origem no gatilho, hover só com mouse, prefers-reduced-motion. No máximo um momento orquestrado por página, em geral a coisa viva ou a assinatura. Rode o portão de novo e confira nos screenshots que nada sumiu.

    • Pronto quando toda animação responder "para quê?" e o portão continuar com 0 FAIL.
  7. Conferir e relatar. Checklist final e relatório de references/revisao.md §9 e §10.

Sem como renderizar (nenhum navegador e nenhum jeito de instalar um)? Rode só o lint, diga isso no relatório e faça a revisão lendo o código contra a checklist. Não diga que conferiu na tela.

Design em uma tela

O detalhe está em references/oficio.md, references/cliches.md e references/leis-ux.md.

  • Toda decisão visual tem motivo ligado ao produto, à marca, ao conteúdo ou ao uso. Antes de acrescentar qualquer elemento, pergunte se ele melhora compreensão, função, estética ou experiência. Se não melhora, não entra.
  • A identidade vem do assunto, nunca de tendência. Futurista, tech ou minimalista não são padrão; só entram se o assunto pedir. Minimalismo não é ausência de personalidade.
  • Visual autoral, mecânica convencional (Lei de Jakob). Ousadia mora na tipografia, na cor, na imagem e na composição; menu, link, botão e formulário funcionam como em qualquer site.
  • Ousadia num lugar só, na ideia-assinatura. O resto fica disciplinado. Antes de entregar, tire um acessório. Mas tirar enfeite não é deixar vazio: o espaço vai para escala, conteúdo completo, imagem do assunto ou campo de cor.
  • A composição segue o conteúdo. Cada seção escolhe sua forma pelo que mostra: lista, sequência, comparação, imagem grande, citação, tabela. Vizinhas não repetem forma. Nem tudo é card, nem tudo é centralizado, nem tudo é grade de 3 colunas.
  • Hierarquia antes de simetria. Um elemento principal por tela; 2 ou 3 tamanhos fazem o trabalho, até 5 no total; títulos em até duas linhas. Assimetria dentro da grade, margens externas sempre iguais.
  • Cor com papel. Um fundo, uma tinta, 1 ou 2 neutros tingidos, um acento em 1 a 3 lugares (Von Restorff). Superfícies por degrau de tom, sem gradiente, glow, blur, glass ou sombra em repouso.
  • Tipografia como voz. 1 ou 2 famílias escolhidas pelo caráter do produto, corpo legível (≥ 16 px, 45 a 75 caracteres por linha) na tinta cheia.
  • Imagem que mostra. Real do projeto, gerada, de acervo aberto com crédito, ou desenhada do próprio assunto; uma dominante vence seis pequenas; nunca caixa cinza nem banco genérico.
  • Movimento só com função, rápido, interrompível, com ease-out e origem certa. Sempre prefers-reduced-motion.
  • Acessibilidade não se negocia: contraste AA, foco visível, navegação por teclado, semântica correta, alt em imagem com conteúdo, alvos ≥ 44 px, zoom liberado.

Gosto do Igor

Ponto de partida, não receita. O pedido atual sempre ganha.

  • O tema muda a cada projeto. Nunca reaproveite paleta, fonte, motivo ou copy de trabalho anterior sem ele pedir. (O sorteio da taste-skill ajuda: ele lembra os anteriores.)
  • Gosta de tema assumido e bem executado, presente no conjunto inteiro, não de enfeite tímido.
  • Coerência acima de tudo: uma seção "crua" no meio das estilizadas incomoda. Se uma destoa, refaça no mesmo padrão.
  • Movimento sutil. Objeto atravessando a tela é vetado.
  • Copy natural, sem frase de efeito forçada, sem disclaimer ou rodapé que ninguém pediu.
  • "Melhorar" uma seção é refazer o visual mantendo o conteúdo, não remover.
  • Quando ele veta um elemento, tire só aquele elemento. Não reinterprete o resto.

Armadilhas

  • O primeiro impulso é o clichê. Hero centralizado com título, subtítulo, dois botões e gradiente; três cards com ícone num quadrado colorido; seção de números; depoimentos. Se a primeira ideia veio rápido demais, é provável que seja o padrão. Volte ao inventário.
  • Evitar um clichê caindo em outro. Fugir do roxo indo para fundo creme + serifa + terracota, ou para preto + verde ácido, é trocar um padrão de IA por outro. Ver os "cinco visuais padrão" em references/cliches.md.
  • Página limpa e rala. Sem enfeites e sem nada no lugar perde para a página cheia de clichês. Conteúdo completo, tipo grande, imagens reais.
  • Ideia de categoria. "Pão" serve para toda padaria. Se a frase da ideia funciona com o concorrente, volte ao inventário.
  • Conteúdo inventado para encher. Número sem fonte, logo de cliente fictício, depoimento, avatar aleatório, mockup de dashboard genérico. Use marcador ou corte a seção.
  • Título de três linhas....

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